SEJAM MUITO BEM VINDOS - ESTE É O MEU ESPAÇO, CONHEÇA!

Olá meus amigos, pacientes e alunos e visitantes;

Quero apresentar-lhes o meu espaço em que me dedico a editar e escrever as matérias que são publicadas nos jornais: Jornal O Planalto, Diário de Rio Mafra, Folha de Itaiópolis, nos sites bancodesaude.com.br e Canoinhas.Net da região do Planalto Norte toda semana e na Revista Folha Mais! de Mafra e na Revista Belezza Total de Curitiba como colunista.

Prof. Rodrigo M. Nora
Massoterapeuta
Quiroprático
CRMASSO 110577


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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Problemas de Coluna


Se o ser humano pensa que tem alguma vantagem sobre outros animais, por estar sobre duas pernas, se enganou. Enquanto usamos os quatro membros para nos equilibrarmos, evitamos uma série de problemas na coluna. Pena que esta fase não passe de um ano de vida. Com os primeiros passinhos surgem os primeiros problemas de coluna.Introdução

Cerca de 80% da população mundial tem ou vai ter problemas de coluna. E estes problemas trazem com eles fortes dores que afligem os que fazem parte desta camada da população mundial.

A coluna tem um papel fundamental no funcionamento do organismo. Dela saem 32 pares de nervos em direção a todas as partes do corpo. A persistência de uma postura inadequada, a presença de tensão nervosa ou o uso de cadeiras e colchões de má qualidade podem levar àquelas dores terríveis. Se você não tem esse problema e não quer aumentar os riscos, o caminho é a prevenção.

Existem alguns métodos de tratamento, como a medicina convencional de realinhamento postural com manipulação na quiropraxia e acupuntura. Mas duas orientações podem ser  independente do método. A primeira é: não fazer da coluna uma alavanca de trabalho - quando se precisa levantar peso do chão, basta flexionar os joelhos e não dobrar a coluna. E a segunda: nunca carregar peso superior a 10% do peso do seu próprio corpo.

Para a medicina oriental o importante é tratar a causa. A região a ser manipulada pela acupuntura nesta situação é o tornozelo.

O tratamento é feito com calor, massagem, tração e manipulação. O tratamento emocional, com métodos de relaxamento e técnicas cognitivas, que ensinam o paciente a sentar, andar e deitar adequadamente é realizado na complementação do primeiro.

Sentar, Flexionar e Dormir.

Para estes três movimentos existem posturas adequadas, que podem colaborar na prevenção de possíveis problemas de coluna. Para sentar é preciso usar cadeiras com encosto que pegue o meio das costas.

O assento deve ser duro e os pés devem tocar o chão. Não sente longe da mesa e não cruze as pernas. Para dormir a melhor posição é de lado ou posição fetal. É a que mais descansa o corpo. Já para fazer qualquer trabalho ao nível do chão, relaxe os ombros e equilibre sempre o peso nas duas pernas. Ao abaixar-se, levante ligeiramente as nádegas. Qualquer inicio de sintomas como dor nas pernas ou nas costas, dormências, formigamentos podem estar relacionados com distúrbios de coluna e merecem uma avaliação por um especialista.

1. Sua dor da coluna está associada à irradiação para as pernas?

Caso a dor irradiada seja persistente ou de forte intensidade, é sinal de que está ocorrendo compressão de um nervo que sai da coluna e vai para as pernas.

2. Sua dor da coluna aumenta quando você deitado levanta uma perna estendida ou inclina-se para frente?
Caso positivo, existe grande probabilidade do disco estar irritando ou comprimindo o nervo.

3. Você apresentou recentemente dor na coluna após alguma queda?
Uma queda pode causar lesões na sua coluna. O risco é maior caso você seja portador de osteoporose. Faça uma ressonância magnética e procure seu médico ortopedista ou quiropraxista.

4. Você apresentou dor significativa da coluna contínua durante as últimas três semanas?
A dor da coluna melhora com o tratamento convencional. Entretanto caso a sua dor persista por mais de três semanas você deve procurar um quiropraxista ou seu médico ortopedista.

5. Você apresentou dor da coluna que piorou após o repouso ou que o acordou durante a noite?

A dor noturna pode caracterizar outras doenças, como tumores, processos inflamatórios e caso a dor da coluna seja acompanhada com febre, pode ser um sinal de que possa existir uma infecção associada.

6. Vocês têm problemas intestinais ou urinários persistentes associados à dor da coluna?
Alguns problemas da coluna podem causar estes sintomas e procure imediatamente um especialista.

7. Você sente dormência ou fraqueza nas pernas enquanto caminha?
Estes problemas podem ser causados por um estreitamento do canal vertebral, que
comprime as raízes nervosas, entidade denominada estenose do canal vertebral.


Rua Marechal Floriano Peixoto, 1152 Canoinhas - SC 


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Cuidando do corpo - Prevenindo lesões


Seis em cada dez pessoas que começam um programa de exercícios abandonam-no nas primeiras 6 semanas devido a uma lesão, que pode evitar-se programando treino com 48 horas de diferença. Neste tipo de planificação, uma pessoa pode alternar os dias de exercício ou, se pretende fazê-lo diariamente, pode trabalhar diferentes grupos de músculos em dias alternados, ou fazê-lo um dia de forma intensiva e menos no seguinte (o princípio do difícil-fácil). Repetir o mesmo exercício todos os dias não melhora o bom estado físico, mas aumenta as probabilidades de uma lesão. Além disso, deve-se interromper o mesmo quando se sente qualquer dor.
Fazer exercícios em dias alternados
Acordar com os músculos rígidos e doridos no dia seguinte ao de ter praticado um desporto competitivo ou de se ter exercitado com intensidade é normal. O modo mais rápido de recuperar é descansar, não fazendo qualquer exercício nesse dia. Você pode receber massagem terapêutica no intervalo. O exercício prolongado e vigoroso pode consumir grande parte do açúcar armazenado (glicogênio) nos músculos, que é a principal fonte de energia durante o exercício. Se os valores de glicogênio forem baixos, os músculos sentem-se pesados e cansados. Ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono como pão, massa, frutas, cereais, grãos inteiros e a maioria das sobremesas, fornece glicogênio aos músculos. O descanso permite que quase todo o glicogênio que chega aos músculos seja armazenado e que as fibras musculares lesionadas se curem.
Alternância de exercícios
Diferentes exercícios mantêm tensos diversos grupos de músculos. Por exemplo, correr exercita principalmente os músculos inferiores da perna; apoiar-se nos calcanhares e levantar-se sobre os dedos exerce maior força sobre o tornozelo. Passear de bicicleta exercita principalmente os músculos superiores da perna; pedalar faz trabalhar os joelhos e as ancas. Remar e nadar exercita a parte superior do corpo e das costas. Uma planificação ideal alterna exercícios para a parte superior do corpo um dia, com exercícios para a parte inferior no dia seguinte.
Nas pessoas que se exercitam todos os dias, esta alternância permite que os músculos recuperem evita lesões e promove um melhor nível de estado físico. Correr 30 minutos num dia e passear de bicicleta durante outros 30 no dia seguinte é, sem dúvida, muito melhor para prevenir lesões que fazer todos os dias 15 minutos de cada exercício.
Os que praticam a maratona lesionam-se com maior frequência que os que fazem triatlo e competem em três desportos, mesmo quando os triatletas se exercitam muito mais. Os triatletas exercitam diferentes grupos de músculos em dias sucessivos; podem correr um dia e nadar ou andar de bicicleta no dia seguinte.
Seguir o princípio do difícil-fácil
Para conseguir o melhor estado físico possível ou competir em competições atléticas, o interessado deve fazer exercício intensivo duas ou três vezes por semana e menos intensivo nos outros dias (o princípio do difícil-fácil).
Os atletas de competição treinam-se todos os dias e o treino é específico do desporto que praticam; uma pessoa não chega a ser o melhor corredor por andar de bicicleta. Assim, para se protegerem de lesões, os atletas planeiam um treino difícil um dia, seguido por um fácil no dia seguinte. Deste modo, o treino difícil causa menos lesões musculares.
Difícil-fácil refere-se à intensidade, não à quantidade. Por exemplo, num dia fácil, um maratonista poderá correr 37 km, mas a um passo muito mais lento que num dia difícil. Os levantadores de pesos levantam os pesos mais difíceis apenas uma vez por semana e os pesos ligeiros nos restantes dias. Os jogadores de basquetebol fazem treinos longos e extenuantes num dia e praticam jogadas e cestos no dia seguinte.
Para desenvolver força, velocidade e resistência, os atletas exercitam-se duramente um dia para fazer com que os músculos se sintam pesados ou um pouco gastos, um sinal de que os músculos foram adequadamente trabalhados. Em geral, os músculos doem cerca de 48 horas. Então, os atletas exercitam-se com menor intensidade durante os dias seguintes, até que os músculos deixem de doer. Fazer exercício intensivo quando os músculos doem causa lesões e diminui o resultado, enquanto retomar o exercício quando cessa a dor os reforça.
Depois do exercício podem aparecer dois tipos de mal-estar. É preferível o primeiro: uma inflamação muscular retardada que aparece ao fim de várias horas em virtude dum exercício intenso, que geralmente afeta igualmente ambos os lados do corpo. Desaparece ao fim de 48 horas e, em geral, a pessoa sente-se melhor depois do aquecimento para retomar o conjunto de exercícios. O segundo mal-estar é a dor causada por uma lesão: é pior num lado do corpo, não desaparece nas 48 horas seguintes e retomar o exercício.
Aquecimento
Elevar a temperatura dos músculos (aquecimento) antes de fazer exercício ou praticar um desporto pode ajudar a prevenir as lesões. Os músculos quentes são mais flexíveis e estão menos expostos às roturas que os músculos frios, cuja contração é frouxa. O aquecimento mais eficaz, muito melhor que o aquecimento passivo com água ou almofadas quentes, é a prática lenta e progressiva dos movimentos do exercício ou do desporto. Levando a cabo estes movimentos aumenta-se a irrigação dos músculos que serão utilizados, aquecendo-os e preparando-os para exercícios mais vigorosos.
O fluxo de sangue deve aumentar substancialmente para proteger os músculos das lesões durante o exercício. A calistenia (série de exercícios que exercitam um grupo muscular específico, como os abdominais) não é suficientemente específica para o aquecimento antes de se praticar um determinado desporto.
Estiramentos
Uma pessoa deve fazer estiramentos apenas depois do aquecimento, quando os músculos estão quentes e é menos provável que se lacerem. O estiramento alonga os músculos e os tendões; os músculos mais compridos podem gerar mais força à volta das articulações, ajudando a saltar mais alto, levantar pesos mais resistentes, correr mais rapidamente e lançar objetos mais longe. Contudo, o estiramento, ao contrário dos exercícios contra resistência (como o levantamento de pesos), não fortalece os músculos. O fortalecimento dos músculos torna-os mais resistentes às roturas. Há poucas evidências de que os estiramentos previnam as lesões ou atrasem os ataques de inflamação muscular causados por uma lesão das fibras musculares.
Arrefecimento
Afrouxar o passo gradualmente (arrefecimento) no fim do exercício ajuda a prevenir as tonturas. Quando os músculos da perna se relaxam, o sangue acumula-se (estagna) nas veias mais próximas. Para devolver o sangue ao coração, os músculos da perna devem contrair-se. Quando o exercício é bruscamente interrompido, o sangue estagna nas pernas e a irrigação cerebral é insuficiente, provocando tonturas.
O arrefecimento também ajuda a eliminar o ácido láctico, um produto residual que se forma nos músculos depois do exercício. O ácido lático não causa a dor muscular de início tardio, pelo que o arrefecimento não a evita.

Debilidade muscular


O pescoço é uma região especialmente atreita a tensões musculares. As dores podem advir por diversos motivos, sendo que os principais dizem respeito a má postura, estar muito tempo na mesma posição, esforços físicos desacertados, usar sapatos demasiado altos diariamente, dormir num colchão excessivamente macio, pegar em pesos, falta de exercício físico, traumatismos, doenças ósseas, musculares ou articulares, ou a combinação de alguns destes fatores.

A debilidade muscular é um problema corrente com diversos significados para pessoas diferentes. Para algumas, é simplesmente uma sensação de cansaço ou de esgotamento.
No entanto, se existir uma verdadeira debilidade muscular, um grande esforço não gera uma força normal e a debilidade pode afetar todo o corpo ou então estar limitada a um braço, a uma perna ou inclusive a uma mão ou a um dedo. Apesar de a debilidade costumar ser consequência de problemas nos músculos, nos tendões, nos ossos ou nas articulações, habitualmente a debilidade muscular é causada por alterações no sistema nervoso. Alguns casos de debilidade ocorrem sempre após um período de doença, aparecendo frequentemente nas pessoas de mais idade.
Diagnóstico:
Na valorização da debilidade muscular os Massoterapeutas procuram sinais que lhes permitam identificar a causa do problema e depois tentam localizar quais são os músculos débeis e quantificar o grau dessa debilidade. Os músculos examinam-se de forma sistemática, começando geralmente pelo pescoço, em seguida os braços e, finalmente, as pernas. Em condições normais, a pessoa deverá ser capaz de manter os braços estendidos durante alguns minutos sem que nestes se verifique oscilação ou tremor. A incapacidade de manter os braços nessa posição pode ser um sintoma de debilidade. A força dos grupos musculares contra resistência avalia-se empurrando ou puxando enquanto o Massoterapeuta faz o mesmo em sentido contrário.
As provas funcionais podem proporcionar informação sobre a debilidade muscular; para isso a pessoa efetuará diversas manobras enquanto o médico toma nota de qualquer deficiência que exista nos grupos musculares implicados. Por exemplo, pode verificar a capacidade da pessoa para se levantar da cadeira sem a ajuda dos braços, para se levantar estando de cócoras, para se manter sobre as pontas dos dedos dos pés ou sobre os calcanhares e para segurar um objeto com a mão.
Indicações:
Os Massoterapeutas procuram indícios de desgaste muscular (atrofia), que pode ser consequência de lesões no próprio músculo ou nos seus nervos, embora também possa dever-se a uma atrofia por falta de uso, como acontece após um período prolongado sem exercícios ou de acamados. O aumento da musculatura (hipertrofia) produz-se normalmente com exercícios como o levantamento de pesos, mas, às vezes, a hipertrofia é consequência do trabalho excessivo de um músculo em particular para compensar a debilidade de outro. Os músculos também podem aumentar de volume quando o tecido muscular normal é substituído por um tecido anormal, como acontece na amiloidose e em certas perturbações musculares hereditárias, como a miotonia congênita.
Durante o exame tátil o Massoterapeuta ao palpar os músculos, com óleo mineral procura-se descobrir a presença da dor e a consistência dos mesmos. A musculatura em geral é consistente, mas não dura, e lisa, sem protuberâncias. Também é possível efetuar um exame para detectar movimentos anormais. Se observarem tremores breves, ligeiros e irregulares por baixo da pele (fasciculações), estes costumam indicar uma doença dos nervos, embora, às vezes, apareçam também em pessoas saudáveis (especialmente as que estão nervosas ou têm frio) e sejam habituais nos músculos das barrigas das pernas dos idosos. A miotonia (incapacidade do músculo para se relaxar) habitualmente denota um problema mais muscular do que dos nervos.
O exame neurológico é útil para identificar anomalias da sensibilidade, coordenação, mobilidade motora e reflexos.  Os estudos neurológicos (como a medição da condução nervosa) são úteis para determinar a normalidade do funcionamento da inervação dos músculos. A eletromiografia é uma prova que registra os impulsos elétricos do músculo e serve para determinar a sua normalidade. Se houver alguma alteração dos músculos, a eletromiografia pode ajudar a diferenciar se se trata de uma anomalia do nervo ou do músculo. 

Tratamento:
Em consultório, o Massoterapeuta indicará um tratamento adequado a cada caso, geralmente inicia-se com sessões leves com espaços de dois dias para descanso do paciente. Ideal fazer 5 sessões seguidas intervaladas 3 vezes por semana e duas sessões semanais, mas cada caso é um caso a parte e necessita avaliação para seguir com o tratamento.

Se o problema residir no próprio músculo, poderá ser encaminhado para o médico onde ele poderá efetuar uma biopsia muscular (obtenção de um pequeno fragmento de tecido muscular para o seu exame ao microscópio). As análises de sangue podem medir a velocidade de sedimentação dos glóbulos vermelhos (em caso de inflamação poderá ser elevada) e a concentração de creatinafosfoquinase (uma enzima muscular normal que pode sair do músculo e passar para o sangue quando existe uma lesão muscular).

Intoxicações



A intoxicação é o efeito nocivo que é provocado quando uma substância tóxica é ingerida, inspirada ou entra em contacto com a pele, com os olhos ou com as membranas mucosas, como as da boca, da vagina ou do pênis.

Entre os mais de 12 milhões de produtos químicos conhecidos, menos de 3000 provocam a maioria das intoxicações acidentais e deliberadas. No entanto, praticamente qualquer substância ingerida em grandes quantidades pode ser tóxica. As fontes mais comuns de tóxicos são: os medicamentos, os produtos de limpeza, os produtos para a agricultura, as plantas, os produtos químicos industriais e as substâncias alimentares. 

Para que o tratamento seja eficaz, é fundamental identificar o tóxico e confirmar que perigos ele implica exatamente. Existem centros de informação para casos de intoxicações, cujos números de telefone costumam aparecer nas listas locais ou que podem ser conseguidas sem dificuldade. Estes centros proporcionam informação sobre o tratamento de qualquer intoxicação.

A intoxicação pode ser acidental ou intencional (no caso de assassínio ou de suicídio). As crianças, sobretudo as menores de 3 anos, são particularmente vulneráveis à intoxicação acidental, tal como os idosos (porque se baralham com os seus medicamentos), os doentes hospitalizados (devido a erros de medicação) e os trabalhadores industriais (devido à sua exposição a produtos químicos tóxicos).

Sintomas
Os sintomas de intoxicação dependem do tóxico, da quantidade ingerida e de certas características da pessoa que o toma. Alguns tóxicos não são muito potentes e exigem uma prolongada exposição ou uma ingestão repetida de grande quantidade do mesmo para causar problemas. Outros são tão potentes que só uma gota sobre a pele pode provocar uma lesão grave. As características genéticas podem influir no fato de uma determinada substância ser ou não tóxica para uma determinada pessoa. Algumas substâncias, normalmente não tóxicas, são-no efetivamente para algumas pessoas que têm um determinado mapa genético. A idade é um fator determinante quanto à quantidade de substância que pode ser ingerida antes de se produzir a intoxicação. Por exemplo, uma criança pequena pode ingerir muito mais paracetamol do que um adulto, até que se torne tóxico. As benzodiazepinas, que são um sedativo, podem ser tóxicas para um idoso em doses que um adulto de meia idade poderá consumir sem problema.

Os sintomas podem ser ligeiros mas incômodos (como comichões, secura na boca, visão enevoada e dor) ou graves (como confusão, coma, ritmos cardíacos anormais, dificuldades respiratórias e uma forte agitação). Alguns tóxicos provocam sintomas em questão de segundos, enquanto outros o fazem só após várias horas ou até dias depois da sua ingestão. Alguns tóxicos provocam poucos sintomas até danificarem irreversivelmente o funcionamento de órgãos vitais tais como o fígado ou os rins. Conclusão: os sintomas de intoxicação são tão numerosos como os tóxicos.

Diagnóstico e tratamento
Depois de ligar para o centro de informações sobre intoxicações, os familiares ou os companheiros de trabalho das vítimas podem começar os primeiros socorros, enquanto esperam a ajuda dos profissionais. Deverão confirmar se a vítima ainda respira, se tem batimentos cardíacos e, se for necessário, começar a fazer-lhe uma reanimação cardiopulmonar. Devido ao fato de o tratamento ser mais eficaz quando se conhece o tóxico, deverão ser conservados tanto o vômito da vítima como os recipientes, para que o médico possa observá-los ou analisá-los.

Quando se desconhece o tóxico, os médicos tentam identificá-lo por meio de testes de laboratório. Uma análise ao sangue pode ser útil, mas a análise de uma amostra de urina ainda o é mais. Os médicos podem extrair o conteúdo do estômago aspirando-o através de uma sonda e enviá-lo para o laboratório, onde é analisado e identificado.

Quando uma pessoa ingere uma substância tóxica, é necessário provocar o vômito de imediato, a menos que o tóxico possa ser mais prejudicial ao ser vomitado, como no caso de objetos cortantes, produtos derivados do petróleo, a lixívia ou os ácidos. Se a pessoa estiver muito agoniada, inconsciente ou tiver convulsões, não deverá provocar-se o vômito porque a vítima poderá afogar-se. Para induzir o vômito costuma usar-se xarope de ipecacuanha; as instruções para a sua administração encontram-se impressas na etiqueta do frasco. No caso de não se conseguir este produto, pode ser usada água com sabão.

No hospital, os médicos utilizam outras técnicas para eliminar as substâncias tóxicas do estômago. Podem esvaziar o estômago colocando uma sonda pela boca ou pelo nariz que chegue até ele, para o lavar com água (lavagem gástrica). Também podem administrar carvão ativado através da sonda gástrica ou, então, fazer com que o doente o tome por si. Este composto liga-se a uma significativa quantidade do tóxico e evita que ele seja absorvido e passe para o sangue.

Qualquer pessoa que tenha estado exposta a um gás tóxico deve forçosamente ser afastada do lugar o mais rapidamente possível, de preferência para o ar livre. O pessoal das urgências médicas costuma administrar oxigênio à vítima logo que chega ao local do sucedido.
Nos casos de derramamento de substâncias químicas, tira-se imediatamente a roupa contaminada aos afetados, incluindo os sapatos e as meias. Se a pele e os olhos tiverem estado expostos, deverão ser lavados com água abundante. 
O pessoal encarregado de socorrer as vítimas deve tomar todas as precauções possíveis para não ser contaminado.

Uma vez que o tóxico tenha sido absorvido pelo trato gastrointestinal, pela pele ou pelos pulmões, distribui-se rapidamente por todo o corpo. Finalmente o fígado encarrega-se de eliminar o caráter tóxico da maioria das substâncias, que também podem ser excretadas na urina. Os médicos tentam acelerar este processo de desintoxicação e a eliminação dos venenos, ao mesmo tempo que tentam contrariar os seus efeitos tóxicos.

Geralmente, são administrados líquidos por via endovenosa para que a vítima se mantenha bem hidratada e possa manter a produção de urina. Para aumentar a quantidade de tóxico eliminado através da urina, podem ser agregados ácidos ou bases fracas a estes líquidos.

Os produtos químicos que se ligam a determinados tóxicos, sobretudo os metais pesados como o chumbo, podem ser administrados por via endovenosa para ajudar a neutralizar e a eliminar o tóxico. Possivelmente, é necessário recorrer à diálise para eliminar os tóxicos que não se neutralizam facilmente ou que não desaparecem do sangue.
Se se tiver um antídoto, este deve ser administrado o mais depressa possível. 

Exemplos de antídotos são os anticorpos de antidigoxina no caso de uma sobredose de digoxina e a naloxona para uma sobredose de morfina ou de heroína.

Uma intoxicação costuma requerer tratamento adicional, dependendo dos sintomas e da substância ingerida. É provável que seja necessário um respirador artificial se ocorrer uma paragem respiratória, como pode suceder depois de uma sobredose de morfina, de heroína ou de barbitúricos. O cérebro muitas vezes edemacia-se depois de uma intoxicação com sedativos, com monóxido de carbono, com chumbo ou com outros produtos químicos que produzem uma depressão do sistema nervoso. Os medicamentos destinados a reduzir o edema são os corticosteróides e o manitol. A intoxicação pode provocar insuficiência renal grave, chegando a ser necessário dialisar a vítima.


Cólica Menstrual ou Disminorréia



O que é?
Menstruação dolorosa, cólica menstrual ou dismenorreia é a dor pélvica (baixo ventre) que ocorre antes ou durante o período menstrual, de modo cíclico. Menstruação dolorosa que impede as atividades normais e necessita de medicação específica.

Como se desenvolve?
dismenorreia pode ser primária ou secundária, de acordo com a presença ou não de alterações estruturais do aparelho reprodutivo feminino. A dismenorreia primária é a menstruação dolorosa na ausência de lesões nos órgãos pélvicos. Geralmente, acompanha os ciclos menstruais normais e ocorre logo após as primeiras menstruações, cessando ou diminuindo de intensidade em torno dos 20 e poucos anos ou com a gravidez. É devida ao aumento da produção de algumas substâncias pelo útero chamadas de prostaglandinas, que promovem contrações uterinas dolorosas. A dismenorreia secundária está associada a alterações do sistema reprodutivo, como endometriose, miomas uterinos, infecção pélvica, anormalidades congênitas da anatomia do útero ou da vagina, uso de DIU (dispositivo intra-uterino) como método anticoncepcional, entre outras. Comumente ocorre após dois anos da menarca (primeira menstruação).

O que se sente?
A dor pode ser branda, causando cólica, desconforto, sensação de peso no ventre ou nas costas. A dor pode ser moderada, causando, além do desconforto, sensação de mal-estar, diarreia e dor de cabeça. Também pode ser muito forte, incapacitando a mulher de realizar suas atividades, durando de dois a sete dias e sendo acompanhada de transtorno gastrointestinal inclusive com vômitos, dor de cabeç, na coluna, nas costas, lombar, nas coxas panturrilha.

Como o médico faz o diagnóstico?
O diagnóstico médico é clínico pela história do paciente e no exame físico e ginecológico, necessitando, algumas vezes, de exames complementares que excluam outras causas de dor, tais como dosagens hormonais, ecografia transvaginal e laparoscopia.

Como se trata?
O tratamento da dismenorreia primária inclui o uso de medicações da classe dos antiinflamatórios: os AINE (antiinflamatórios não esteróides) tomados um pouco antes e durante toda a menstruação que bloqueiam a produção das prostaglandinas. Também são usados anticoncepcionais, em uso contínuo ou cíclico, pois o ciclo anovulatório é geralmente menos doloroso. É recomendada uma dieta com menos gordura animal, laticínios e ovos, insistindo na ingestão de vegetais, sementes cruas e nozes. O exercício físico moderado e regular e medidas gerais, como bolsa de água quente, banho morno hidromassagem e massagens relaxantes auxiliam no alívio da dor. 

Viagens aéreas e seus problemas de saúde


Uma viagem de avião coloca diversos problemas, como alterações na pressão do ar, diminuição da quantidade de oxigênio, turbulências, alterações no ritmo interno de 24 horas (circadiano) do organismo (desfaçamento de horário, ou jet lag) e stress psicológico ou físico.
O risco de se formarem coágulos de sangue nas pernas aumenta em qualquer pessoa que permaneça sentada no mesmo lugar durante muito tempo. As mulheres grávidas e as pessoas que têm má circulação são as mais expostas. Caminhar pela cabina de hora a hora ou de duas em duas horas e contrair e descontrair os músculos das pernas enquanto se está sentado ajuda a manter uma boa circulação sanguínea. A desidratação provocada pela escassa umidade (de cerca de 5 %) que há na cabina pode ser compensada bebendo líquidos suficientes e evitando o álcool, que piorará a desidratação. As pessoas que usam lentes de contato deverão aplicar nelas solução umidificadora, para melhorar os efeitos do ar seco. As companhias aéreas costumam proporcionar alimentos especiais, como dietas com baixo teor de sal e de gordura, e pratos especiais para diabéticos, se lhes forem solicitados com antecedência. Durante as viagens de avião é habitual ter uma sensação de pressão nos ouvidos. Esta se produz quando aumenta a diferença entre a pressão dentro e fora do ouvido, o que faz com que o tímpano se abale. Quando a trompa de Eustáquio (um canal que liga o ouvido médio à parte posterior do nariz) permite que o ar entre e saia do ouvido médio, a pressão iguala-se. Voar pode provocar ou agravar uma ampla variedade de doenças, apesar de serem muito poucas as que impedem que uma pessoa viaje de avião. Entre estas se destacam o pneumotórax, lesões pulmonares provocadas pela tuberculose, doenças que poderão contagiar outros passageiros e problemas em que até uma pequena expansão de ar danificaria os tecidos, como no caso de uma cirurgia intestinal feita nos 10 dias anteriores. Algumas doenças exigem determinada planificação e a tomada de precauções antes de voar. Por exemplo, as pessoas a quem foi feita uma colostomia deverão levar uma bolsa grande e prever que ela pode encher-se várias vezes.

Alterações na pressão atmosférica
Os aviões modernos mantêm a pressão do ar dentro da cabina (pressão na cabina) em valores baixos, equivalentes à pressão atmosférica entre 1500 e 2400 m de altitude. A esses valores, o ar retido nas cavidades do corpo (como as dos pulmões, do ouvido interno, dos seios e do trato intestinal) expande-se cerca de 25 %. Por vezes, esta expansão agrava certos problemas de saúde, como um enfisema, uma obstrução das trompas de Eustáquio, uma sinusite crônica e dores crônicas abdominais provocadas por gases. Os problemas podem ser consideravelmente agravados quando um avião, acidentalmente, perde a pressão da cabina ou quando esta não está pressurizada, como acontece com alguns aviões pequenos.
As constipações ou as alergias podem gerar secreções e um edema que bloqueia as trompas de Eustáquio e as infecções repetidas podem favorecer o desenvolvimento de cicatrizes que as obstruem parcialmente. O ar fica retido no ouvido médio, fazendo pressão e dor. Em determinados casos excepcionais o tímpano arrebenta devido a isso. Do mesmo modo, pode ficar retido ar nos seios perinasais (barossinusite), provocando dores de cabeça.
Engolir saliva com frequência ou bocejar durante a descida do avião, bem como ingerir descongestionantes antes ou durante o vôo, pode evitar ou aliviar estes problemas. Como as crianças são particularmente susceptíveis a barotite média, deverão mascar pastilha elástica, chupar um caramelo sólido ou beber algo durante a subida e a descida; os bebês podem ser amamentados ou a chupeta.
Diminuição do oxigênio
A pressão relativamente baixa do ar no interior do avião também causa problemas devido aos seus efeitos sobre os valores de oxigênio.
Os valores baixos de oxigênio são particularmente problemáticos para quem sofre de doenças pulmonares graves, como enfisema ou fibrose quística, insuficiência cardíaca, anemia, angina grave, drepanocitose ou determinadas doenças cardíacas congênitas.
Normalmente, estas pessoas podem voar sem problemas se lhes for fornecido oxigênio. As linhas aéreas podem aceitar um pedido de oxigênio se tal necessidade lhes for comunicada 72 horas antes do vôo. Normalmente, as pessoas que tenham sofrido um ataque cardíaco podem voar entre 10 e 14 dias depois do mesmo. Durante um vôo os que sofrem de problemas respiratórios não deverão fumar nem ingerir álcool (pois isso agrava os efeitos da diminuição de oxigênio). Em geral, quem puder caminhar 90 m ou for capaz de subir um lanço de escadas deverá poder tolerar as condições normais da cabina, sem necessidade de oxigênio adicional.
Turbulências
As turbulências podem provocar enjôo ou lesões. As pessoas que têm tendência para enjoar nos aviões podem tomar comprimidos de dimenidrinato ou então aplicar emplastros de escopolamina sobre a pele. No entanto, estes fármacos podem ter efeitos negativos, sobretudo nos idosos. Os emplastros têm menos efeitos adversos. Para evitar lesões, os passageiros deverão manter os seus cintos de segurança apertados enquanto estão sentados.
Desfasamento de horário (jet lag)
O fato de viajar a grande velocidade, o que implica atravessar diversos fusos horários, provoca muito stress físico e psicológico, conhecido como desfaçamento de horário ou jet lag (disritmia circadiana). Uma alteração gradual nos padrões de alimentação e de sono antes da partida pode aliviar o problema. Devem ser feitas algumas alterações no horário em que são tomados os medicamentos; por exemplo, os intervalos entre os medicamentos, que normalmente são ingeridos com horários precisos ao longo do dia, deverão basear-se no tempo decorrido entre as tomas (por exemplo, 8 horas) mais do que na hora local. Os diabéticos insulinodependentes, que utilizam insulina de ação prolongada, podem mudar para a insulina normal até que se tenham adaptado ao novo fuso horário, à alimentação e ao ritmo de vida ou, então, podem compensar progressivamente a diferença de fusos horários com o passar dos dias. Deverão estabelecer um programa de alimentação e de medicação com o seu médico, antes de partir, e levar consigo um instrumento que controle as concentrações de açúcar no sangue (glicose).
A melatonina, um hormônio que regula o ciclo do sono, ajuda a contrariar os problemas provocados pelo desfaçamento de horário. A sua eficácia depende de se tomarem as doses seguindo um esquema rigoroso. Como os produtos com melatonina são, mais do que medicamentos, suplementos nutricionais.
Stress psicológico
O medo de voar e a claustrofobia podem provocar angústia. A hipnose e a modificação do comportamento ajudam algumas pessoas. Tomar um sedativo pode aliviar o medo antes e durante o vôo. Como o comportamento de alguns indivíduos mentalmente doentes piora durante as viagens aéreas, quem manifestar tendências violentas ou imprevisíveis deve viajar acompanhado e pode precisar de um tranquilizante antes de voar.
Precauções gerais
Os pacemakers e as extremidades metálicas artificiais, as dentaduras postiças ou os parafusos cirúrgicos são afetados pelos detectores de metais dos aeroportos. No entanto, os modelos mais recentes de pacemakers podem resistir a potencial interferência desses detectores. Para evitar problemas de segurança, quem usa estes dispositivos deverá levar um relatório do seu médico explicando a situação.
Os passageiros deverão levar os seus medicamentos em bolsas de mão, e não nas malas que se despacham no aeroporto, sobretudo porque estas se podem extraviar ser roubadas ou chegar mais tarde. Os medicamentos deverão ser transportados nas suas embalagens originais. Quem tiver de transportar derivados opiáceos, grandes quantidades de qualquer fármaco ou seringas deverá dispor de uma declaração médica, para evitar detenções pelos agentes de segurança da alfândega. É recomendável que os passageiros levem consigo um resumo da sua história clínica, incluindo resultados de eletrocardiogramas, para o caso de sofrerem algum contratempo longe de casa. Quem sofrer de afecções potencialmente incapacitantes, como a epilepsia, deverá levar uma identificação de alerta médico, colocada no pulso ou no pescoço.
Mulheres grávidas e crianças
As mulheres com gravidezes normais podem viajar de avião até ao oitavo mês. As que tenham gravidezes de alto risco devem consultar o médico e obter a sua aprovação.
Normalmente, para voar durante o nono mês, é necessário apresentar uma declaração do médico, dentro de 72 horas anteriores à viagem, que indique a data aproximada do parto. Os cintos de segurança deverão ser cruzados por cima das coxas e não sobre o abdômen, para evitar possíveis lesões no útero.
Não é permitido voarem crianças com menos de 7 dias. As crianças que sofrem de doenças crônicas, como afecções cardíacas ou pulmonares congênitas ou anemias, têm as mesmas restrições que os adultos nas mesmas condições. Não existe limite máximo de idade para poder viajar de avião.
As companhias aéreas fazem esforços razoáveis para acomodar os incapacitados. Normalmente, as cadeiras de rodas e as muletas podem ser arrumadas nos vôos comerciais. De contrário, é necessário um serviço aéreo de ambulância. Algumas companhias aéreas aceitam pessoas que necessitam de equipamentos especiais, como cateteres endovenosos e respiradores mecânicos, sempre e quando estiverem acompanhados por pessoal qualificado e se tenham feito todos os pedidos respectivos com pelo menos 72 horas de antecedência.
Viagens ao estrangeiro
Dois milhões de pessoas que por ano viajam para o estrangeiro, cerca de 3 % necessitam de assistência médica devido a uma doença ou lesão. É possível que se verifiquem infecções gastrointestinais por se beber água ou bebidas contaminadas, incluindo o gelo, ou por comer alimentos crus ou mal cozidos.
Os acidentes de viação, sobretudo noturnos, e a asfixia são as principais causas de morte ou de lesões entre os turistas que visitam países estrangeiros. Os riscos para a saúde variam consoante o país e a região visitados. Existem centros especializados de saúde que fornecem ao viajante dados atualizados sobre os riscos que implica visitar determinados países.
Em alguns países, muitos seguros de assistência médica não têm qualquer validade e os hospitais costumam exigir um montante elevado em dinheiro vivo, independentemente do seguro de saúde que a pessoa tenha no seu país. É possível fazer vários planos de seguro de viagens, incluindo alguns dos que cobrem as evacuações de emergência, tanto através das agências de viagens como de certas companhias de cartões de crédito. Os consulados dos respectivos países de origem podem garantir a prestação de serviço médico de emergência.
Vacinações
As pessoas que planeiam viajar para o estrangeiro deverão levar vacinas apropriadas, dependendo do seu destino. Normalmente, é necessária maior preparação se a viagem durar 3 semanas ou mais, quando inclui vários destinos em países em vias de desenvolvimento ou se tiver a finalidade de visitar zonas rurais ou de trabalhar com populações residentes. As necessidades, no que se refere às vacinas, mudam frequentemente. Algumas devem ser aplicadas entre 2 e 12 semanas antes da viagem, pelo que o viajante deve ser informado sobre o assunto com a devida antecedência. Atualmente, é muito fácil recolher informações sobre os requisitos dos programas de vacinação de cada país.

Tratamento de coluna - As celebridades indicam a Quiropraxia


Algumas celebridades são adeptas da quiropraxia: a atriz Giulia Gam, o velejador Robert Scheidt, os integrantes da banda Jota Quest. O campeão mundial de vale-tudo Vítor Belfort se trata com a quiropraxia regularmente para evitar lesões ou sair das crises de dor rapidamente, além dos atores americanos Mel Gibson, Arnold Schwarzenegger e Richard Gere.



Os desvios articulares formam-se por traumas, acidentes, quedas, má postura ao dormir ou trabalhar, entre outros motivos. Só nos nossos cinco primeiros anos de idade, temos 800 quedas importantes e cada uma delas pode deixar um desvio e, a cada novo desvio, perdemos mais flexibilidade. A dor começa somente quando nossa coluna não consegue mais exercer essa função regular.

Crianças que sofrem com problemas de coluna, ocasionados principalmente por conta do uso de mochilas pesadas, também podem ser beneficiadas por esta prática. Assim como gestantes.



Como é a terapia manual?

Varias técnicas foram desenvolvidas para restaurar a movimentação livre e indolor:

Articulações: manipulação ou ajustamento articular e um movimento rápido e preciso, normalmente acompanhado por um estalido. Após o ajustamento observa-se diminuição da dor, relaxamento muscular e aumento da mobilidade. 

Músculos: realiza-se uma delicada palpação para localizar e dissipar áreas de tensão muscular seguida pelo alongamento passivo dos músculos. 

Postura: dores músculo-esqueléticas costumam causar alterações posturais. Nestes casos são utilizados métodos de tração suave de forma a auxiliar a recuperação de uma postura normal.

Como é o tratamento?
5 sessões na clínica para início do tratamento. Terapia manual e métodos físicos: 3 sessões na mesma semana e uma terapia quinzenal e uma terapia mensal; e
xercícios e alongamentos diários em casa para reabilitação.

Que orientação é dada aos pacientes?
Durante o tratamento são oferecidas instruções sobre como manter uma postura e atividades adequadas para evitar novos episódios de dor, considerando-se o estilo de vida de cada pessoa.

Quanto tempo dura o tratamento?
Inicialmente os pacientes são tratados uma a três vezes por semana, com redução da frequencia conforme a melhora dos sintomas. É comum tratamentos durarem entre um e quatro meses.

Como é o método utilizado?Como todo método terapêutico, os tratamentos realizados por Massoterapeutas e Quiropraxistas têm indicações e contra-indicações precisas. O profissional irá lhe recomendar alguns exercícios para fortalecimento da coluna cervical, torácica e lombar.