SEJAM MUITO BEM VINDOS - ESTE É O MEU ESPAÇO, CONHEÇA!

Olá meus amigos, pacientes e alunos e visitantes;

Quero apresentar-lhes o meu espaço em que me dedico a editar e escrever as matérias que são publicadas nos jornais: Jornal O Planalto, Diário de Rio Mafra, Folha de Itaiópolis, nos sites bancodesaude.com.br e Canoinhas.Net da região do Planalto Norte toda semana e na Revista Folha Mais! de Mafra e na Revista Belezza Total de Curitiba como colunista.

Prof. Rodrigo M. Nora
Massoterapeuta
Quiroprático
CRMASSO 110577


Pesquisar Neste Blog

SEGUIDORES

terça-feira, 5 de julho de 2016

Tratando a causa do problema e não o sintoma isolado com Massagem Terapêutica

Atendimento exclusivo e personalizado a atletas de alto rendimento
Por: Rodrigo Nora

Mais do que o alívio de dores, para muitos, sessões de massagem são rituais de bem-estar e alívio das dores.

— Os músculos guardam os sentimentos. Em uma tratamento de massagem terapêutica, aliviam-se as dores acumuladas. O músculo tem uma capa, que guarda a memória emocional das últimas lesões. — O nosso corpo cria proteções aos estímulos externos e vamos acumulando e criando novas tensões musculares.

Após deitar-se na maca o paciente desacelera a velocidade que veio do trabalho, uma música instrumental no fundo estabelece a tranquilidade que ajuda a garantir o conforto, o profissional começa a proporcionar o repouso no ambiente preparado para sua sessão semanal de massagem.

Os principais benefícios de uma boa massagem é a diluição de toxinas e do estresse, melhora do sono e diminuição da ansiedade. Ajuda no combate à insônia e à ansiedade, melhora a circulação sanguínea e alivia a dor causada por contratura e má postura (dores nas costas e articulações). Também ajuda a prevenir que se tenha câimbra, causada pelo ácido lático, com a retirada dos metabólitos (sujeiras que ficam no organismo após grande esforço). Indicado para enxaquecas, dores nas costas, pescoço e cabeça, torcicolo, lombalgias e dores no nervo ciático. Também alivia problemas de tensão e ajuda no tratamento de tendinite, lesões musculares em geral. Também faz com que os músculos tensos e doloridos relaxem e fiquem mais elásticos. Tem ainda ótimos resultados no tratamento da fibromialgia.

O tratamento consiste de 5 a 10 sessões agendadas previamente. Alinhando o esqueleto e tratando a causa do problema. A dor é um sintoma, precisamos descobrir a desordem neuro-músculo-esquelética e tratar a causa do problema. Descobrindo o problema, o sistema imunitário trabalha a seu favor, e não inflama os nervos, assim as dores desaparecem. A manutenção posterior se dá em um atendimento mensal onde paciente retorna para relaxar uma vez por mês e manter o equilíbrio energético livrando-se das dores indesejadas.

A Clínica Shiatsu Nora. Fica próximo da Rede Feminina na Rua Marechal Floriano Peixoto, 1152 esquina com rua São José em Canoinhas. Agende seu horário 47-3624.1349

terça-feira, 24 de maio de 2016


O que é Cálculo renal?
Sinônimos: pedra no rim, litíase, nefrolitíase

O cálculo renal é uma massa sólida formada por pequenos cristais, que podem ser encontrados tanto nos rins quanto em qualquer outro órgão do trato urinário. O cálculo renal é conhecido popularmente como pedras nos rins.


Tipos
Existem quatro tipos de cálculos renais, sendo que um se diferencia do outro no que diz respeito à sua formação e principais características. Os tipos de pedras no rim existentes são:

Cálculos de cálcio

São os mais comuns. Ocorrem mais frequentemente em homens do que em mulheres e aparecem e aparecem no geral entre 20 e 30 anos. Tendem a reaparecer após tratamento. O cálcio pode combinar-se com outras substâncias, como o oxalato, o fosfato ou o carbonato para formar a pedra. Algumas doenças do intestino delgado, dietas ricas em vitamina D e distúrbios metabólicos aumentam o risco de formação dos cálculos de oxalato e cálcio.

Cálculos de cistina

Estes podem aparecer em pessoas que têm cistinúria, uma doença renal hereditária e que afeta tanto homens quanto mulheres.

Cálculos de estruvita

Encontrados principalmente em mulheres com infecção do trato urinário. Essas pedras podem crescer muito e bloquear o rim, o ureter ou a bexiga.

Cálculos de ácido úrico

Acontecem com pessoas que perdem muito líquido, que não é recuperado com hidratação. São mais frequentes em homens do que em mulheres. Podem, ainda, ocorrer juntamente com dietas ricas em proteína, gota ou quimioterapia. Fatores genéticos também podem contribuir para o surgimento de pedras no rim deste tipo.

Outros tipos de pedras também podem ser formados, mas são muito raros.

Causas
As pedras nos rins são formadas quando a urina apresenta quantidades maiores que o normal de determinadas substâncias, como cálcio, oxalato e ácido úrico. Essas substâncias podem se aglutinar e formar pequenos cristais – que, depois, se transformarão em pedras.

Alguns fatores são considerados de risco, pois contribuem para o surgimento do cálculo renal.

Fatores de risco
Alguns fatores são considerados de risco, pois contribuem para o surgimento do cálculo renal.

SAIBA MAIS

Casos de cálculo renal crescem 30% no verão
Histórico familiar: se alguém da sua família já teve pedras nos rins, as chances de você desenvolvê-las também são maiores. Agora, se você já apresentou a doença alguma vez, as chances de você desenvolver mais uma vez também são altas

Adultos acima dos 40 anos são mais propensos a desenvolver pedras nos rins do que pessoas mais jovens. No entanto, o problema pode ocorrer em qualquer idade
Homens são mais suscetíveis aos cálculos renais do que mulheres
Deixar de beber a quantidade de água indicada todos os dias aumenta os riscos de desenvolver pedras nos rins. Neste sentido, pessoas que vivem em regiões quentes ou que suem muito estão dentro do grupo de risco
Dietas ricas em proteína, sódio (sal) ou açúcar também são consideradas fatores de risco. A presença exacerbada de sal na dieta aumenta a quantidade de cálcio que os rins deverão filtrar, o que consequentemente leva a um risco maior do surgimento de cálculos renais.

Pessoas com obesidade também possuem maior risco de apresentar pedras nos rins.

Doenças do trato digestivo, como inflamação gastrointestinal e diarreia crônica, e cirurgias, como a de bypass gástrico, podem causar mudanças no processo de digestão que afetam diretamente na absorção de cálcio e água, aumentando as chances de formação de substâncias capazes de levar à formação de pedras

Outras doenças, como acidose, lesões renais tubulares, cistinúria, hiperparatireoidismo, doenças no trato urinário e alguns medicamentos também podem aumentar os riscos de cálculo renal.

Sintomas de Cálculo renal
Uma ou mais pedras no rim podem não apresentar sintomas no início. Quando elas começam a se movimentar dentro do rim ou de outros órgãos do trato urinário é que a dor começa. Confira os principais sinais do problema:

Dores intensas e que se espalham pela região abdominal
Dores que vêm e vão, variando de intensidade
Dor ao urinar
Urina com sangue, avermelhada, amarronzada ou rosada
Urina com cor anormal, geralmente escura e mal cheirosa
Náusea e vômito
Necessidade persistente de urinar, levando a pessoa ao banheiro muitas vezes ao dia
Febre e calafrios, em caso de infecção
diagnóstico e exames

Buscando ajuda médica
Consulte um especialista assim que manifestar os primeiros sintomas de cálculo renal. Fique atento a alguns sinais, como dor ao urinar, a cor e o volume da urina.

Na consulta, descreva todos os seus sintomas. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas. É importante sair do consultório médico com todas as perguntas esclarecidas pelo especialista.

Esteja preparado, também, para responder às questões que ele deverá lhe fazer. Veja exemplos:

Quando os sintomas começaram?
Qual a intensidade das dores que você sente?
Diagnóstico de Cálculo renal
Para poder afirmar com certeza de que os sintomas descritos são causados por cálculo renal, o médico deverá solicitar alguns exames:

Exame de sangue, que revelará as quantidades de cálcio e ácido úrico no sangue
Exame de urina, que mostrará se o paciente está excretando uma quantidade maior de substâncias que podem estar relacionadas à formação de pedras no rim por meio da urina
Exames de imagem, como raios-X e ultrassons, poderão exibir a presença de pedras dentro do trato urinário

Cálculo renal: pedras acima de 6 mm necessitam de cirurgia
Quando as pedras são pequenas e não manifestam muitos sintomas, o paciente não precisará passar por procedimentos muito invasivos. Nesses casos, o médico poderá indicar algumas medidas que ajudam na recuperação:

Beber muita água (de dois a três litros por dia) ajuda a eliminar as pedras por meio da urina
Analgésicos para a dor provocada pelo cálculo renal também são uma opção

No entanto, quando as pedras são grandes e causam sintomas mais fortes ao paciente, o tratamento deve ser diferenciado. Pedras maiores não podem ser expelidas sozinhas, podem causar sangramentos, danos mais graves aos rins e infecções no trato urinário. Para esses casos, procedimentos mais invasivos devem ser utilizados, a exemplo de:

Litotripsia extracorpórea por ondas de choque eletrohidráulicas. Esse tipo de tratamento consiste na criação de fortes vibrações para quebrar as pedras e facilitar a excreção
Traqueostomia percutânea: consiste na retirada cirúrgica de pedras maiores por meio de um pequeno corte feito nas costas do paciente
Ureteroscopia. O médico inserirá um tubo muito fino por meio da uretra do paciente para retirar as pedras presentes no trato urinário

Cirurgia de glândulas paratireoides. Uma alteração nas glândulas paratireoides, localizada próxima à tireoide, faz com que ela aumente os níveis de cálcio no corpo, podendo causar pedras no rim. Uma cirurgia nessas glândulas pode ser a solução para regular a produção do hormônio.
Medicamentos para Cálculo renal
Os medicamentos mais usados para o tratamento de cálculo renal são:

Alopurinol
Ceftriaxona Dissódica
Ceftriaxona Sódica
Clortalidona
Cystex
Escopolamina
Higroton
Lisador
Nimesulida

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Formação da Celulite





O fibro edema gelóide (FEG) refere-se a uma condição clínica e estética que afeta a maioria das mulheres, sendo erroneamente conhecida por “celulite”.
O termo celulite tem dois significados distintos. Para a população em geral representa a alteração estética, ao passo que para a população científica corresponde a uma infeção bacteriana do tecido celular subcutâneo. Numa tentativa de nomear a alteração estética, o termo “celulite” foi o primeiro a ser utilizado, por volta dos anos 1920. No entanto, já nessa época surgiu controvérsia, pois histopatologicamente não foi observado nenhum infiltrado inflamatório.

Para designar este quadro existem diferentes termos utilizados, Lipodistrofia ginóide, Paniculopatia edemato fibroesclerótica ou Lipodistrofia edematofibroesclerótica, entre outros.

O FEG trata-se de um espessamento não inflamatório da camada subcutânea, resultante de uma desordem localizada, envolvendo alterações estruturais, bioquímicas e metabólicas que afetam a derme, a epiderme e o tecido subcutâneo, atingindo principalmente ancas, coxas e abdómen. Manifesta-se sob a forma de nódulos ou placas, dando origem ao aspeto “casca de laranja” da pele.

Trata-se de uma afeção benigna que, embora não ponha em risco a vida, nem seja incapacitante, compromete a função do tecido tegumentar, com consequências que afetam a vida afetiva, causando importante desconforto emocional podendo conduzir a diminuição das atividades funcionais ou mesmo a problemas psicossomáticos. Este surge cada vez mais cedo, sendo mais frequente na puberdade, e atinge 85-98% dos indivíduos do sexo feminino, não respeitando mesmo as mulheres magras.

De etiologia multifatorial, na qual diversas causas poderão coexistir, havendo predomínio de umas relativamente às outras, de variabilidade individual. Envolve alterações na circulação, na matriz extracelular e nos adipócitos. Observa-se ainda rotura das fibras elásticas e aumento da proliferação de tecido fibroso, levando a um crescente espessamento da área. O FEG caracteriza-se clinicamente por alterações do relevo cutâneo com sucessivas saliências e depressões, perda da elasticidade, a dor à palpação profunda e presença de nódulos.
São consideradas 3 fases evolutivas do processo:

Instalação de edema intersticial tendo como base três possíveis fatores etiológicos: anormal hiperpolimerização do tecido conjuntivo; alteração microcirculatória; alteração do funcionamento do adipócito.

Exsudação fibrinosa –numa tentativa de proteção do organismo através do “encapsulamento” da patologia e remodelação da matriz extracelular desencadeia-se uma reação fibrótica.
Esclerose e atrofia –endurecimento dos septos fibrosos, que tracionam verticalmente a pele e rotura das fibras de colágeno e elastina, levando ao aspeto inestético da pele, frequentemente denominado pele “casca de laranja”.

Fatores etiológicos do FEG:
  • Estrogênios;
  • Desequilíbrios hormonais;
  • Gênero (mulheres);
  • Idade (quanto maior a idade);
  • Etnia (mais caucasianas);
  • Patologias (renais, metabólicas, circulatórias);
  • Hábitos alimentares;
  • Obesidade;
  • Estilo de vida sedentário;
  • Emocionais (stress e ansiedade);
  • Vestuário e calçado;
  • Tabagismo;
  • Gravidez;
Medicamentos (exp.: contraceptivos orais, anti-histamínicos).
Segundo a classificação mais utilizada, proposta por Nϋrnberger e Mϋller.

O FEG pode ser descrito em 3 graus, de forma simplificada. 
Para esta divisão são consideradas alterações cutâneas macroscópicas e a sensibilidade dolorosa.

  1. Grau I (FEG brando): O FEG só é perceptível com a compressão do tecido entre os dedos ou pela contracção muscular.
  2. Grau II (FEG moderado): as alterações do contorno cutâneo são visíveis espontaneamente, apenas por acção da gravidade em ortostatismo mas desaparecem em decúbito ventral. A compressão pode ser dolorosa e este neste estágio o FEG é quase sempre curável.
  3. Grau III (FEG severo): as alterações descritas no grau II estão presentes, acrescentando nódulos, em que a pele assemelha-se a um “saco de nozes”. As depressões e os nódulos são bem evidentes, mesmo em decúbito. A pele encontra-se enrugada e flácida, a sensibilidade à dor está muito aumentada e as fibras de tecido conjuntivo estão quase totalmente danificadas. Nesta fase, o FEG é incurável, apesar de ser passível de melhora.


O FEG também pode ser classificado quanto à tipologia consoante o predomínio dos sinais clínicos como:

  1. Flácida ou Mole;
  2. Infiltrativa;
  3. Fibrosa;
  4. Adiposa;
  5. Mista;


Recursos terapêuticos no FEG:


  • Massagem;
  • Plataforma vibratória;
  • Subcision (secção dos septos fibrosos);
  • Mesoterapia com aplicação de enzimas despolimerizantes;
  • Drenagem linfática manual ou mecânica;
  • Ultra-som terapêutico;
  • Terapias transdérmicas com ativos lipolíticos, drenantes e reestruturantes;
  • Termoterapia;
  • Vacuoterapia;
  • Atividade fisíca;
  • Carboxiterapia;
  • Envolvimentos;
  • Radiofrequência.

Tendo em conta a origem multifactorial do FEG, este deverá ser tratado com procedimentos variados e complementares, numa perspectiva global, incluindo orientação do indivíduo, relativamente a hábitos de vida saudáveis.

Clínica Shiatsu Nora Canoinhas-SC
47-36241349

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Problemas de Coluna


Se o ser humano pensa que tem alguma vantagem sobre outros animais, por estar sobre duas pernas, se enganou. Enquanto usamos os quatro membros para nos equilibrarmos, evitamos uma série de problemas na coluna. Pena que esta fase não passe de um ano de vida. Com os primeiros passinhos surgem os primeiros problemas de coluna.Introdução

Cerca de 80% da população mundial tem ou vai ter problemas de coluna. E estes problemas trazem com eles fortes dores que afligem os que fazem parte desta camada da população mundial.

A coluna tem um papel fundamental no funcionamento do organismo. Dela saem 32 pares de nervos em direção a todas as partes do corpo. A persistência de uma postura inadequada, a presença de tensão nervosa ou o uso de cadeiras e colchões de má qualidade podem levar àquelas dores terríveis. Se você não tem esse problema e não quer aumentar os riscos, o caminho é a prevenção.

Existem alguns métodos de tratamento, como a medicina convencional de realinhamento postural com manipulação na quiropraxia e acupuntura. Mas duas orientações podem ser  independente do método. A primeira é: não fazer da coluna uma alavanca de trabalho - quando se precisa levantar peso do chão, basta flexionar os joelhos e não dobrar a coluna. E a segunda: nunca carregar peso superior a 10% do peso do seu próprio corpo.

Para a medicina oriental o importante é tratar a causa. A região a ser manipulada pela acupuntura nesta situação é o tornozelo.

O tratamento é feito com calor, massagem, tração e manipulação. O tratamento emocional, com métodos de relaxamento e técnicas cognitivas, que ensinam o paciente a sentar, andar e deitar adequadamente é realizado na complementação do primeiro.

Sentar, Flexionar e Dormir.

Para estes três movimentos existem posturas adequadas, que podem colaborar na prevenção de possíveis problemas de coluna. Para sentar é preciso usar cadeiras com encosto que pegue o meio das costas.

O assento deve ser duro e os pés devem tocar o chão. Não sente longe da mesa e não cruze as pernas. Para dormir a melhor posição é de lado ou posição fetal. É a que mais descansa o corpo. Já para fazer qualquer trabalho ao nível do chão, relaxe os ombros e equilibre sempre o peso nas duas pernas. Ao abaixar-se, levante ligeiramente as nádegas. Qualquer inicio de sintomas como dor nas pernas ou nas costas, dormências, formigamentos podem estar relacionados com distúrbios de coluna e merecem uma avaliação por um especialista.

1. Sua dor da coluna está associada à irradiação para as pernas?

Caso a dor irradiada seja persistente ou de forte intensidade, é sinal de que está ocorrendo compressão de um nervo que sai da coluna e vai para as pernas.

2. Sua dor da coluna aumenta quando você deitado levanta uma perna estendida ou inclina-se para frente?
Caso positivo, existe grande probabilidade do disco estar irritando ou comprimindo o nervo.

3. Você apresentou recentemente dor na coluna após alguma queda?
Uma queda pode causar lesões na sua coluna. O risco é maior caso você seja portador de osteoporose. Faça uma ressonância magnética e procure seu médico ortopedista ou quiropraxista.

4. Você apresentou dor significativa da coluna contínua durante as últimas três semanas?
A dor da coluna melhora com o tratamento convencional. Entretanto caso a sua dor persista por mais de três semanas você deve procurar um quiropraxista ou seu médico ortopedista.

5. Você apresentou dor da coluna que piorou após o repouso ou que o acordou durante a noite?

A dor noturna pode caracterizar outras doenças, como tumores, processos inflamatórios e caso a dor da coluna seja acompanhada com febre, pode ser um sinal de que possa existir uma infecção associada.

6. Vocês têm problemas intestinais ou urinários persistentes associados à dor da coluna?
Alguns problemas da coluna podem causar estes sintomas e procure imediatamente um especialista.

7. Você sente dormência ou fraqueza nas pernas enquanto caminha?
Estes problemas podem ser causados por um estreitamento do canal vertebral, que
comprime as raízes nervosas, entidade denominada estenose do canal vertebral.


Rua Marechal Floriano Peixoto, 1152 Canoinhas - SC 


sexta-feira, 13 de junho de 2014

Cuidando do corpo - Prevenindo lesões


Seis em cada dez pessoas que começam um programa de exercícios abandonam-no nas primeiras 6 semanas devido a uma lesão, que pode evitar-se programando treino com 48 horas de diferença. Neste tipo de planificação, uma pessoa pode alternar os dias de exercício ou, se pretende fazê-lo diariamente, pode trabalhar diferentes grupos de músculos em dias alternados, ou fazê-lo um dia de forma intensiva e menos no seguinte (o princípio do difícil-fácil). Repetir o mesmo exercício todos os dias não melhora o bom estado físico, mas aumenta as probabilidades de uma lesão. Além disso, deve-se interromper o mesmo quando se sente qualquer dor.
Fazer exercícios em dias alternados
Acordar com os músculos rígidos e doridos no dia seguinte ao de ter praticado um desporto competitivo ou de se ter exercitado com intensidade é normal. O modo mais rápido de recuperar é descansar, não fazendo qualquer exercício nesse dia. Você pode receber massagem terapêutica no intervalo. O exercício prolongado e vigoroso pode consumir grande parte do açúcar armazenado (glicogênio) nos músculos, que é a principal fonte de energia durante o exercício. Se os valores de glicogênio forem baixos, os músculos sentem-se pesados e cansados. Ingerir alimentos ricos em hidratos de carbono como pão, massa, frutas, cereais, grãos inteiros e a maioria das sobremesas, fornece glicogênio aos músculos. O descanso permite que quase todo o glicogênio que chega aos músculos seja armazenado e que as fibras musculares lesionadas se curem.
Alternância de exercícios
Diferentes exercícios mantêm tensos diversos grupos de músculos. Por exemplo, correr exercita principalmente os músculos inferiores da perna; apoiar-se nos calcanhares e levantar-se sobre os dedos exerce maior força sobre o tornozelo. Passear de bicicleta exercita principalmente os músculos superiores da perna; pedalar faz trabalhar os joelhos e as ancas. Remar e nadar exercita a parte superior do corpo e das costas. Uma planificação ideal alterna exercícios para a parte superior do corpo um dia, com exercícios para a parte inferior no dia seguinte.
Nas pessoas que se exercitam todos os dias, esta alternância permite que os músculos recuperem evita lesões e promove um melhor nível de estado físico. Correr 30 minutos num dia e passear de bicicleta durante outros 30 no dia seguinte é, sem dúvida, muito melhor para prevenir lesões que fazer todos os dias 15 minutos de cada exercício.
Os que praticam a maratona lesionam-se com maior frequência que os que fazem triatlo e competem em três desportos, mesmo quando os triatletas se exercitam muito mais. Os triatletas exercitam diferentes grupos de músculos em dias sucessivos; podem correr um dia e nadar ou andar de bicicleta no dia seguinte.
Seguir o princípio do difícil-fácil
Para conseguir o melhor estado físico possível ou competir em competições atléticas, o interessado deve fazer exercício intensivo duas ou três vezes por semana e menos intensivo nos outros dias (o princípio do difícil-fácil).
Os atletas de competição treinam-se todos os dias e o treino é específico do desporto que praticam; uma pessoa não chega a ser o melhor corredor por andar de bicicleta. Assim, para se protegerem de lesões, os atletas planeiam um treino difícil um dia, seguido por um fácil no dia seguinte. Deste modo, o treino difícil causa menos lesões musculares.
Difícil-fácil refere-se à intensidade, não à quantidade. Por exemplo, num dia fácil, um maratonista poderá correr 37 km, mas a um passo muito mais lento que num dia difícil. Os levantadores de pesos levantam os pesos mais difíceis apenas uma vez por semana e os pesos ligeiros nos restantes dias. Os jogadores de basquetebol fazem treinos longos e extenuantes num dia e praticam jogadas e cestos no dia seguinte.
Para desenvolver força, velocidade e resistência, os atletas exercitam-se duramente um dia para fazer com que os músculos se sintam pesados ou um pouco gastos, um sinal de que os músculos foram adequadamente trabalhados. Em geral, os músculos doem cerca de 48 horas. Então, os atletas exercitam-se com menor intensidade durante os dias seguintes, até que os músculos deixem de doer. Fazer exercício intensivo quando os músculos doem causa lesões e diminui o resultado, enquanto retomar o exercício quando cessa a dor os reforça.
Depois do exercício podem aparecer dois tipos de mal-estar. É preferível o primeiro: uma inflamação muscular retardada que aparece ao fim de várias horas em virtude dum exercício intenso, que geralmente afeta igualmente ambos os lados do corpo. Desaparece ao fim de 48 horas e, em geral, a pessoa sente-se melhor depois do aquecimento para retomar o conjunto de exercícios. O segundo mal-estar é a dor causada por uma lesão: é pior num lado do corpo, não desaparece nas 48 horas seguintes e retomar o exercício.
Aquecimento
Elevar a temperatura dos músculos (aquecimento) antes de fazer exercício ou praticar um desporto pode ajudar a prevenir as lesões. Os músculos quentes são mais flexíveis e estão menos expostos às roturas que os músculos frios, cuja contração é frouxa. O aquecimento mais eficaz, muito melhor que o aquecimento passivo com água ou almofadas quentes, é a prática lenta e progressiva dos movimentos do exercício ou do desporto. Levando a cabo estes movimentos aumenta-se a irrigação dos músculos que serão utilizados, aquecendo-os e preparando-os para exercícios mais vigorosos.
O fluxo de sangue deve aumentar substancialmente para proteger os músculos das lesões durante o exercício. A calistenia (série de exercícios que exercitam um grupo muscular específico, como os abdominais) não é suficientemente específica para o aquecimento antes de se praticar um determinado desporto.
Estiramentos
Uma pessoa deve fazer estiramentos apenas depois do aquecimento, quando os músculos estão quentes e é menos provável que se lacerem. O estiramento alonga os músculos e os tendões; os músculos mais compridos podem gerar mais força à volta das articulações, ajudando a saltar mais alto, levantar pesos mais resistentes, correr mais rapidamente e lançar objetos mais longe. Contudo, o estiramento, ao contrário dos exercícios contra resistência (como o levantamento de pesos), não fortalece os músculos. O fortalecimento dos músculos torna-os mais resistentes às roturas. Há poucas evidências de que os estiramentos previnam as lesões ou atrasem os ataques de inflamação muscular causados por uma lesão das fibras musculares.
Arrefecimento
Afrouxar o passo gradualmente (arrefecimento) no fim do exercício ajuda a prevenir as tonturas. Quando os músculos da perna se relaxam, o sangue acumula-se (estagna) nas veias mais próximas. Para devolver o sangue ao coração, os músculos da perna devem contrair-se. Quando o exercício é bruscamente interrompido, o sangue estagna nas pernas e a irrigação cerebral é insuficiente, provocando tonturas.
O arrefecimento também ajuda a eliminar o ácido láctico, um produto residual que se forma nos músculos depois do exercício. O ácido lático não causa a dor muscular de início tardio, pelo que o arrefecimento não a evita.

Debilidade muscular


O pescoço é uma região especialmente atreita a tensões musculares. As dores podem advir por diversos motivos, sendo que os principais dizem respeito a má postura, estar muito tempo na mesma posição, esforços físicos desacertados, usar sapatos demasiado altos diariamente, dormir num colchão excessivamente macio, pegar em pesos, falta de exercício físico, traumatismos, doenças ósseas, musculares ou articulares, ou a combinação de alguns destes fatores.

A debilidade muscular é um problema corrente com diversos significados para pessoas diferentes. Para algumas, é simplesmente uma sensação de cansaço ou de esgotamento.
No entanto, se existir uma verdadeira debilidade muscular, um grande esforço não gera uma força normal e a debilidade pode afetar todo o corpo ou então estar limitada a um braço, a uma perna ou inclusive a uma mão ou a um dedo. Apesar de a debilidade costumar ser consequência de problemas nos músculos, nos tendões, nos ossos ou nas articulações, habitualmente a debilidade muscular é causada por alterações no sistema nervoso. Alguns casos de debilidade ocorrem sempre após um período de doença, aparecendo frequentemente nas pessoas de mais idade.
Diagnóstico:
Na valorização da debilidade muscular os Massoterapeutas procuram sinais que lhes permitam identificar a causa do problema e depois tentam localizar quais são os músculos débeis e quantificar o grau dessa debilidade. Os músculos examinam-se de forma sistemática, começando geralmente pelo pescoço, em seguida os braços e, finalmente, as pernas. Em condições normais, a pessoa deverá ser capaz de manter os braços estendidos durante alguns minutos sem que nestes se verifique oscilação ou tremor. A incapacidade de manter os braços nessa posição pode ser um sintoma de debilidade. A força dos grupos musculares contra resistência avalia-se empurrando ou puxando enquanto o Massoterapeuta faz o mesmo em sentido contrário.
As provas funcionais podem proporcionar informação sobre a debilidade muscular; para isso a pessoa efetuará diversas manobras enquanto o médico toma nota de qualquer deficiência que exista nos grupos musculares implicados. Por exemplo, pode verificar a capacidade da pessoa para se levantar da cadeira sem a ajuda dos braços, para se levantar estando de cócoras, para se manter sobre as pontas dos dedos dos pés ou sobre os calcanhares e para segurar um objeto com a mão.
Indicações:
Os Massoterapeutas procuram indícios de desgaste muscular (atrofia), que pode ser consequência de lesões no próprio músculo ou nos seus nervos, embora também possa dever-se a uma atrofia por falta de uso, como acontece após um período prolongado sem exercícios ou de acamados. O aumento da musculatura (hipertrofia) produz-se normalmente com exercícios como o levantamento de pesos, mas, às vezes, a hipertrofia é consequência do trabalho excessivo de um músculo em particular para compensar a debilidade de outro. Os músculos também podem aumentar de volume quando o tecido muscular normal é substituído por um tecido anormal, como acontece na amiloidose e em certas perturbações musculares hereditárias, como a miotonia congênita.
Durante o exame tátil o Massoterapeuta ao palpar os músculos, com óleo mineral procura-se descobrir a presença da dor e a consistência dos mesmos. A musculatura em geral é consistente, mas não dura, e lisa, sem protuberâncias. Também é possível efetuar um exame para detectar movimentos anormais. Se observarem tremores breves, ligeiros e irregulares por baixo da pele (fasciculações), estes costumam indicar uma doença dos nervos, embora, às vezes, apareçam também em pessoas saudáveis (especialmente as que estão nervosas ou têm frio) e sejam habituais nos músculos das barrigas das pernas dos idosos. A miotonia (incapacidade do músculo para se relaxar) habitualmente denota um problema mais muscular do que dos nervos.
O exame neurológico é útil para identificar anomalias da sensibilidade, coordenação, mobilidade motora e reflexos.  Os estudos neurológicos (como a medição da condução nervosa) são úteis para determinar a normalidade do funcionamento da inervação dos músculos. A eletromiografia é uma prova que registra os impulsos elétricos do músculo e serve para determinar a sua normalidade. Se houver alguma alteração dos músculos, a eletromiografia pode ajudar a diferenciar se se trata de uma anomalia do nervo ou do músculo. 

Tratamento:
Em consultório, o Massoterapeuta indicará um tratamento adequado a cada caso, geralmente inicia-se com sessões leves com espaços de dois dias para descanso do paciente. Ideal fazer 5 sessões seguidas intervaladas 3 vezes por semana e duas sessões semanais, mas cada caso é um caso a parte e necessita avaliação para seguir com o tratamento.

Se o problema residir no próprio músculo, poderá ser encaminhado para o médico onde ele poderá efetuar uma biopsia muscular (obtenção de um pequeno fragmento de tecido muscular para o seu exame ao microscópio). As análises de sangue podem medir a velocidade de sedimentação dos glóbulos vermelhos (em caso de inflamação poderá ser elevada) e a concentração de creatinafosfoquinase (uma enzima muscular normal que pode sair do músculo e passar para o sangue quando existe uma lesão muscular).

Intoxicações



A intoxicação é o efeito nocivo que é provocado quando uma substância tóxica é ingerida, inspirada ou entra em contacto com a pele, com os olhos ou com as membranas mucosas, como as da boca, da vagina ou do pênis.

Entre os mais de 12 milhões de produtos químicos conhecidos, menos de 3000 provocam a maioria das intoxicações acidentais e deliberadas. No entanto, praticamente qualquer substância ingerida em grandes quantidades pode ser tóxica. As fontes mais comuns de tóxicos são: os medicamentos, os produtos de limpeza, os produtos para a agricultura, as plantas, os produtos químicos industriais e as substâncias alimentares. 

Para que o tratamento seja eficaz, é fundamental identificar o tóxico e confirmar que perigos ele implica exatamente. Existem centros de informação para casos de intoxicações, cujos números de telefone costumam aparecer nas listas locais ou que podem ser conseguidas sem dificuldade. Estes centros proporcionam informação sobre o tratamento de qualquer intoxicação.

A intoxicação pode ser acidental ou intencional (no caso de assassínio ou de suicídio). As crianças, sobretudo as menores de 3 anos, são particularmente vulneráveis à intoxicação acidental, tal como os idosos (porque se baralham com os seus medicamentos), os doentes hospitalizados (devido a erros de medicação) e os trabalhadores industriais (devido à sua exposição a produtos químicos tóxicos).

Sintomas
Os sintomas de intoxicação dependem do tóxico, da quantidade ingerida e de certas características da pessoa que o toma. Alguns tóxicos não são muito potentes e exigem uma prolongada exposição ou uma ingestão repetida de grande quantidade do mesmo para causar problemas. Outros são tão potentes que só uma gota sobre a pele pode provocar uma lesão grave. As características genéticas podem influir no fato de uma determinada substância ser ou não tóxica para uma determinada pessoa. Algumas substâncias, normalmente não tóxicas, são-no efetivamente para algumas pessoas que têm um determinado mapa genético. A idade é um fator determinante quanto à quantidade de substância que pode ser ingerida antes de se produzir a intoxicação. Por exemplo, uma criança pequena pode ingerir muito mais paracetamol do que um adulto, até que se torne tóxico. As benzodiazepinas, que são um sedativo, podem ser tóxicas para um idoso em doses que um adulto de meia idade poderá consumir sem problema.

Os sintomas podem ser ligeiros mas incômodos (como comichões, secura na boca, visão enevoada e dor) ou graves (como confusão, coma, ritmos cardíacos anormais, dificuldades respiratórias e uma forte agitação). Alguns tóxicos provocam sintomas em questão de segundos, enquanto outros o fazem só após várias horas ou até dias depois da sua ingestão. Alguns tóxicos provocam poucos sintomas até danificarem irreversivelmente o funcionamento de órgãos vitais tais como o fígado ou os rins. Conclusão: os sintomas de intoxicação são tão numerosos como os tóxicos.

Diagnóstico e tratamento
Depois de ligar para o centro de informações sobre intoxicações, os familiares ou os companheiros de trabalho das vítimas podem começar os primeiros socorros, enquanto esperam a ajuda dos profissionais. Deverão confirmar se a vítima ainda respira, se tem batimentos cardíacos e, se for necessário, começar a fazer-lhe uma reanimação cardiopulmonar. Devido ao fato de o tratamento ser mais eficaz quando se conhece o tóxico, deverão ser conservados tanto o vômito da vítima como os recipientes, para que o médico possa observá-los ou analisá-los.

Quando se desconhece o tóxico, os médicos tentam identificá-lo por meio de testes de laboratório. Uma análise ao sangue pode ser útil, mas a análise de uma amostra de urina ainda o é mais. Os médicos podem extrair o conteúdo do estômago aspirando-o através de uma sonda e enviá-lo para o laboratório, onde é analisado e identificado.

Quando uma pessoa ingere uma substância tóxica, é necessário provocar o vômito de imediato, a menos que o tóxico possa ser mais prejudicial ao ser vomitado, como no caso de objetos cortantes, produtos derivados do petróleo, a lixívia ou os ácidos. Se a pessoa estiver muito agoniada, inconsciente ou tiver convulsões, não deverá provocar-se o vômito porque a vítima poderá afogar-se. Para induzir o vômito costuma usar-se xarope de ipecacuanha; as instruções para a sua administração encontram-se impressas na etiqueta do frasco. No caso de não se conseguir este produto, pode ser usada água com sabão.

No hospital, os médicos utilizam outras técnicas para eliminar as substâncias tóxicas do estômago. Podem esvaziar o estômago colocando uma sonda pela boca ou pelo nariz que chegue até ele, para o lavar com água (lavagem gástrica). Também podem administrar carvão ativado através da sonda gástrica ou, então, fazer com que o doente o tome por si. Este composto liga-se a uma significativa quantidade do tóxico e evita que ele seja absorvido e passe para o sangue.

Qualquer pessoa que tenha estado exposta a um gás tóxico deve forçosamente ser afastada do lugar o mais rapidamente possível, de preferência para o ar livre. O pessoal das urgências médicas costuma administrar oxigênio à vítima logo que chega ao local do sucedido.
Nos casos de derramamento de substâncias químicas, tira-se imediatamente a roupa contaminada aos afetados, incluindo os sapatos e as meias. Se a pele e os olhos tiverem estado expostos, deverão ser lavados com água abundante. 
O pessoal encarregado de socorrer as vítimas deve tomar todas as precauções possíveis para não ser contaminado.

Uma vez que o tóxico tenha sido absorvido pelo trato gastrointestinal, pela pele ou pelos pulmões, distribui-se rapidamente por todo o corpo. Finalmente o fígado encarrega-se de eliminar o caráter tóxico da maioria das substâncias, que também podem ser excretadas na urina. Os médicos tentam acelerar este processo de desintoxicação e a eliminação dos venenos, ao mesmo tempo que tentam contrariar os seus efeitos tóxicos.

Geralmente, são administrados líquidos por via endovenosa para que a vítima se mantenha bem hidratada e possa manter a produção de urina. Para aumentar a quantidade de tóxico eliminado através da urina, podem ser agregados ácidos ou bases fracas a estes líquidos.

Os produtos químicos que se ligam a determinados tóxicos, sobretudo os metais pesados como o chumbo, podem ser administrados por via endovenosa para ajudar a neutralizar e a eliminar o tóxico. Possivelmente, é necessário recorrer à diálise para eliminar os tóxicos que não se neutralizam facilmente ou que não desaparecem do sangue.
Se se tiver um antídoto, este deve ser administrado o mais depressa possível. 

Exemplos de antídotos são os anticorpos de antidigoxina no caso de uma sobredose de digoxina e a naloxona para uma sobredose de morfina ou de heroína.

Uma intoxicação costuma requerer tratamento adicional, dependendo dos sintomas e da substância ingerida. É provável que seja necessário um respirador artificial se ocorrer uma paragem respiratória, como pode suceder depois de uma sobredose de morfina, de heroína ou de barbitúricos. O cérebro muitas vezes edemacia-se depois de uma intoxicação com sedativos, com monóxido de carbono, com chumbo ou com outros produtos químicos que produzem uma depressão do sistema nervoso. Os medicamentos destinados a reduzir o edema são os corticosteróides e o manitol. A intoxicação pode provocar insuficiência renal grave, chegando a ser necessário dialisar a vítima.