SEJAM MUITO BEM VINDOS - ESTE É O MEU ESPAÇO, CONHEÇA!

Olá meus amigos, pacientes e alunos e visitantes;

Quero apresentar-lhes o meu espaço em que me dedico a editar e escrever as matérias que são publicadas nos jornais: Jornal O Planalto, Diário de Rio Mafra, Folha de Itaiópolis, nos sites bancodesaude.com.br e Canoinhas.Net da região do Planalto Norte toda semana e na Revista e Folha Mais! e na Revista Belezza Total de Curitiba mensalmente.

Prof. Rodrigo M. Nora
Massoterapeuta
Quiropratico
CRMASSO 110577


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domingo, 27 de setembro de 2009

Óleo e farelo dourado de Linhaça



Uma alimentação saudável natural para emagrecimento também inclui a massagem drenagem linfática.

Os alimentos são os veículos dos nutrientes que fornecem ao organismo a matéria-prima para o seu equilíbrio e funcionamento. Existe uma classe de nutrientes que possuem ações especiais sobre as células, tecidos e órgãos, que são os nutracêuticos. Eles agem estimulando a função destas estruturas, muito semelhante a uma ação “farmacológica”. Ainda com relação aos alimentos, diz-se que de uma maneira ideal deve-se comer “sol”, isto é, ingerir os nutrientes provenientes da fotossíntese, ou seja, comer as plantas que realizaram a fotossíntese, ou então, comer a carne do animal que ingeriu estas plantas com todos os seus nutrientes, isto porque o organismo, ao longo de sua evolução, se adaptou a estas condições.

Os óleos vegetais atendem muito bem a estas recomendações. A linhaça é uma planta linum usiotatissimum, que é utilizada quase na sua totalidade. Do caule retira-se as fibras para fazer o linho, tecido nobre usado para confeccionar roupas. Das sementes, por sua vez, extrai-se o óleo, que é utilizado nas indústrias de tintas e resinas. Contudo, além destas aplicações, o óleo de linhaça é usado como um nutracêutico, por ser rico em ácidos linolêicos, conhecidos como Ômega 3. As sementes da linhaça são utilizadas como complemento alimentar, sendo adicionadas a massas, pães, bolos e cereais. As sementes podem ser usadas, ainda, como laxativas.
O óleo de linhaça é extraído de suas sementes por compressão a frio, fato que preserva suas propriedades nutritivas. Os gregos e romanos fazem uso da linhaça como alimento. Thomaz Alves Edson disse: "Teu alimento, teu remédio”. Claro que não pode ser tomado ao “pé da letra” porque os remédios medicamentosos são de suma importância para a saúde e para salvar vidas. No entanto, a alimentação adequada pode prevenir e até mesmo curar determinadas doenças.

O óleo de linhaça é rico em Ômega 3 e fitoestrógeno. O Ômega 3 promove uma ação protetora para o coração e vasos sangüíneos. Estudos demonstram que o óleo de linhaça reduz o colesterol total e o mau colesterol, conferindo uma proteção cardiovascular. Age ainda como antiinflamatório ao lupus-eritematoso e como antialérgico. O óleo de linhaça possui substâncias parecidas como os estrogênios (hormônios femininos) somente que de ação mais atenuada, melhorando a absorção de cálcio, prevenindo, por exemplo, a osteoporose.

Paradoxalmente, estes fitoestrógenos parecem ter, também uma ação antiestrogênica, fato este que deve conferir uma ação contra os tumores dependentes do estrogênio, prevenindo sobretudo o câncer de mama, através de uma ação nutracêutica direta nos receptores dos órgãos alvos. O óleo de linhaça, como já referido, exerce ação protetora sobre o sistema cardiovascular pela ação do Ômega 3 e, também, pelo fitoestrógeno que faz parte da sua composição, melhorando a elasticidade das artérias, e desta forma a irrigação sanguínea.

O óleo de linhaça possui ação antioxidante contra os radicais livres, que quando em excesso, provocam doenças crônico degenerativas e envelhecimento precoce. Como se vê, trata-se de importante aliado na suplementação alimentar, ajudando a promover o equilíbrio orgânico.

A dica do profissional Massoterapeuta Rodrigo para sua saúde... "O óleo de linhaça é um importante nutracêutico, que quando bem indicado, pode ser de grande valia para a sua saúde. Utilize também a linhaça da forma em farelo dourado misturando em suas refeições como no feijão ou com iogurte, ele inibe a vontade de ingerir alimentos calóricos assim diminui o peso. Receba massagem drenagem linfática semanalmente utilize a natureza a seu favor para um emagrecimento natural e gradativo".

Ligue agora e agende sua Drenagem Linfática no fone: 47-3624.1349 ou 8424.3226

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Respiração correta e a energia corporal.



Especialistas afirmam que a reeducação respiratória, além de prevenir doenças, reduz o estresse, a hipertensão, a depressão e ajuda a rejuvenescer e emagrecer. Auxilia também a tranquilizar o emocional da pessoa e induz o relaxamento.

Estudos mostram que a respiração lenta pelo diafragma traz benefícios à saúde. Esse músculo (diafragma) se localiza entre o tórax e os pulmões. Quando ele é utilizado o oxigênio atinge completamente o pulmão.
Na respiração torácica, o ar alcança somente a parte superior do órgão, o que ocasiona uma inatividade da parte inferior, e acaba prejudicando o desempenho do cérebro e do coração.

Existem dois tipos de respiração: a torácica (barriga para dentro e peito para fora), mais utilizada e menos recomendada. A troca gasosa será feita plenamente, mas somente pela parte superior dos pulmões. Como a parte inferior fica inativa, pode abrir espaço para doenças pulmonares como bronquites, asmas e infecções alérgicas. Já a respiração diafragmática (respiração abdominal- barriga para fora e peito para dentro), que utilizamos no início de nossas vidas, é a melhor porque o oxigênio chega até a parte abaixo dos pulmões, onde ocorrerá a traca gasosa do oxigênio pelo gás carbônico. Na saída, o gás carbônico passará completamente pelos pulmões.



O oxigênio leva nutrientes as células e a Massagem elimina o Ácido Lático produzido pelo organismo encaminhando para os gânglios linfáticos sendo excretado pela urina, fezes e suor. Respire pelo nariz e solte pela boca (jargão da minha massagem)!

Para realizar quase todas as tarefas que nosso corpo necessita para a nossa sobrevivência (funções biológicas), ou para que possa realizar uma ação do nosso comando (movimentos e exercícios), é necessário um gasto de energia para que isto aconteça. Esta energia é proveniente de uma molécula chamada ATP (Adenosina Trifosfato – uma molécula universal condutora de alta energia, fabricada em todas as células vivas como um modo de capturar e armazenar energia. Consiste de base púrica adenina e do açúcar de cinco carbonos ribose, aos quais são adicionados três moléculas de fosfato). À medida que o corpo vai realizando suas funções, o ATP é degradado e, consequentemente é restaurado por outra fonte energética que pode ser proveniente da fosfocreatina (uma outra molécula geradora de energia), das gorduras, dos carboidratos ou das proteínas.

Conforme as necessidades energéticas vão avançando, o corpo utiliza o pouco ATP que ele tem disponível para realizar suas funções, a medida que o ATP acaba, é solicitado o uso da fosfocreatina para ressintetizar o ATP, porém a fosfocreatina também é pouca em nosso organismo. Então as necessidades energéticas continuam é o nosso organismo solicita outro macronutriente para realizar a ressintese do ATP. Entretanto, neste momento o nosso corpo precisa fazer uma escolha, ele precisa determinar qual substrato energético utilizar: gordura, na forma de triglicerídeos, ou carboidratos, na forma de glicose ou glicogênio muscular. Essa escolha irá depender de dois fatores: (1) a velocidade do ATP; e (2) se há ou não a presença de oxigênio durante o processo de transformação.

Na presença de oxigênio e na pouca necessidade de solicitação deste macronutriente, o organismo utilizaria a gordura para ressintetizar ATP, uma vez que a gordura gera mais ATP que a glicose, e sua fonte é praticamente ilimitada no nosso corpo, não levando-o ao risco de sofrer pela má utilização deste substrato. Por outro lado, na necessidade de alta velocidade de ressintese do ATP o organismo irá optar pela glicose ou glicogênio hepático e muscular; como em exercícios extenuantes e muito intensos. Isso também ocorreria na ausência de oxigênio durante o processo de transformação para gerar energia, chamado de ciclo da glicólise. Esse ciclo seria capaz de gerar energia suficiente para ressintese do ATP, mas teria um efeito indesejável, a produção de ácido lático (um subproduto "tóxico" gerado no decorrer do ciclo de ressintese do ATP), que faria com que o exercício fosse interrompido minutos depois pela instalação da fadiga muscular dos músculos ativos (músculos exercitados).

O lactato não deve ser encarado como um produto de desgaste metabólico. Pelo contrário, proporciona uma fonte valiosa de energia química que se acumula como resultado do exercício intenso.

O lactato é formado continuamente durante o repouso e o exercício moderado. As adaptações dentro dos músculos induzidas pelo treinamento aeróbico permitem os altos ritmos de renovação do lactato; assim sendo, o lactato acumula-se para os níveis mais altos de exercício que no estado destreinado.

Receba Massagem juntamente com o tratamento espeicial baixar o colesterol com termoterapia avançada periodicamente e elimine o excesso de Ácido Lático produzido pelo organismo, emagrecer sem fazer exercícios, a tecnologia do Espaço Shiatsu Nora para seus pacientes,

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Dor: Distúrbios dos Nervos e do Cérebro


A Dor é uma sensação desagradável que manifesta uma lesão real ou a possibilidade de uma lesão no corpo. A dor se inicia nos receptores especiais da dor, os quais estão distribuídos por todo o corpo. Esses receptores da dor transmitem as mensagens sob a forma de impulsos elétricos ao longo dos nervos até a medula espinhal e, em seguida, ao cérebro. Algumas vezes, o sinal desencadeia uma resposta reflexa ao chegar à medula espinhal. Quando isto ocorre, um sinal é imediatamente reenviado ao longo de nervos motores até o local original da dor, desencadeando a contração muscular. Um exemplo de resposta reflexa a dor aguda é a reação de uma alfinetada no dedão do pé. O sinal da dor reflexa é também transmitido ao cérebro em milésimos de segundo. Somente quando o cérebro processa o sinal e o interpreta como dor, o indivíduo passa a ter uma percepção consciente da mesma. Os receptores da dor e suas vias nervosas diferem nas diferentes partes do corpo.

Por essa razão, a sensação da dor varia de acordo com o tipo e a localização da lesão. Por exemplo, a quantidade de receptores da dor na pele é enorme e eles são capazes de transmitir informações precisas como, por exemplo, a localização de uma lesão e se a dor é surda (p.ex., causada pela pressão, calor ou frio). Em contraste, os sinais da dor procedentes dos intestinos são limitados e imprecisos. O intestino pode estar pinçado, com dor leve ou queimado sem produzir um sinal doloroso. Entretanto, a distensão e a pressão podem causar dores intestinais muito intensas, mesmo quando sua causa for relativamente inofensiva como, por exemplo, a retenção de uma bolha de gás. O cérebro não consegue identificar a origem precisa da dor intestinal, que é de difícil localização e pode ser sentida sobre uma grande área. A dor sentida em algumas áreas do corpo pode não refletir a localização do problema, porque pode tratar-se de uma dor referida, isto é, originária de um outro local.

A dor referida ocorre porque sinais de várias áreas do corpo frequentemente são transmitidos pelas mesmas vias nervosas que vão à medula espinhal e ao cérebro. Por exemplo, a dor de um infarto do miocárdio pode ser sentida no pescoço, na mandíbula, nos membros superiores ou no abdômen, e a dor causada por um problema da vesícula biliar pode ser sentida no ombro. A tolerância à dor varia enormemente de um indivíduo a outro. Um indivíduo pode considerar a dor de um pequeno corte ou de uma escoriação intolerável, enquanto outro pode tolerar um acidente maior ou um corte com uma faca com muito pouca queixa. A capacidade de suportar a dor varia de acordo com o humor, a personalidade e as circunstâncias. Em um momento durante uma competição atlética, o atleta muitas vezes não percebe uma contusão grave, mas poderá perceber a dor após a partida, sobretudo se a sua equipe tiver perdido. A percepção da dor pode inclusive mudar com a idade. À medida que os indivíduos envelhecem, ou mais experientes na minha opinião, eles queixam-se mais da dor, talvez porque as alterações do organismo aumentam a sensibilidade da dor ou, simplesmente, porque se tornam mais rotineiras que os indivíduos mais jovens.

A inflamação nada mais é que a resposta de proteção do organismo frente a uma lesão. A circulação sanguínea na área lesada aumenta, levando líquidos e leucócitos que isolam o tecido lesado, a Massagem local irá limpar a área. Esse processo provoca aumento de volume, rubor, calor, sensibilidade e dor. Sendo algo necessário, o importante é criar coragem e procurar imediatamente o seu Massoterapeuta devidamente credenciado ao SindiMasso com certificado.

A resposta da dor é muito importante em nosso organismo porque é resultado que algo de errado está acontecendo com o nosso corpo. Em comparação com um automóvel é a luz do óleo piscando e avisando que precisa ser feita a manutenção. Com nosso organismo é a mesma coisa, mas, se algo está doente, reflete em forma de dor, é a forma que o seu e o meu organismo tem como dizer... há alto de errado nesta parte do seu corpo e você agora pode parar um minutinho e sentir onde está doendo? A relação que sempre digo aos meus pacientes é que a gente sabe quantos cavalos de potência o carro tem o modelo e o ano... Então, fazemos até comparações com outras marcas, mas, já pararam para pensar quanto tempo a gente fica dormindo em colchão embarrigado e sem a densidade correta prejudicando a sua coluna vertebral? De nada adianta a pessoa começar um tratamento de coluna continuar com os maus hábitos como, por exemplo, dormindo ou assistindo televisão no sofá! Cruzar pernas ao sentar, dormir de bruços, parar em uma só perna e por aí vai pessoal, temos que cuidar com a ergonomia, portanto, você é o que você faz! Uma massagem mensal para manutenção corporal todos nós deveríamos receber. Não se trata de luxúria e sim de qualidade de vida. Não deixe a dor chegar, prevenir é o melhor remédio. Pense nisso!

Ligue agora e agende sua avaliação com o profissional e professor da Escola Interage Ensino e Cursos na Área da Saúde e especialista nas dores localizadas de nervos, músculos, tendões, contraturas musculares, cãimbras, LER/DORT, Fibromialgia, Miogelose, cervicalgia, torcicolo, lombalgia, lordose, escoliose, hérnia de disco, ajudando no combate ao stress e a depressão.

Você sofre de osteoartrite?


A osteoartrite ou artrose (artrite degenerativa, doença degenerativa das articulações) é uma perturbação crônica das articulações caracterizada pela degeneração da cartilagem e do osso adjacente, que pode causar dor articular e rigidez.

É a doença reumatológica mais comum na população mundial e ocupa terceiro lugar na lista de causas em que os segurados brasileiros recebem o auxilio doença pela previdência social.

A artrose, a perturbação articular mais frequente, afeta em algum grau muitas pessoas, tanto homens como mulheres. Contudo, a doença tende a desenvolver-se nos homens numa idade mais precoce. Persistem ainda muitos mitos sobre a artrose, por exemplo que é um traço inevitável de envelhecimento. Embora a artrose seja mais frequnte em pessoas de idade, a sua causa não é a simples deterioração que implica o envelhecimento. A maioria das pessoas afetadas por esta doença, especialmente os mais jovens, apresentam poucos ou nenhum sintoma; contudo, algumas pessoas adultas desenvolvem incapacidades significativas.

Causas:
As articulações têm um nível tão pequeno de fricção que não se desgastam, salvo se forem excessivamente utilizadas ou danificadas. É provável que a artrose se inicie com uma anomalia das células que sintetizam os componentes da cartilagem, como o colágeno (uma proteína resistente e fibrosa do tecido conjuntivo) e os proteoglicanos (substâncias que dão elasticidade à cartilagem). A cartilagem pode crescer demasiado, mas finalmente torna-se mais fina e surgem gretas na sua superfície. Formam-se cavidades diminutas que enfraquecem a medula do osso, debaixo da cartilagem. Pode haver um crescimento excessivo do osso nas bordas da articulação, formando tumefações osteófitos que podem ver-se e sentir-se ao tato. Estas tumefações podem interferir no funcionamento normal da articulação e causar dor.

Por fim, a superfície lisa e regular da cartilagem torna-se áspera e esburacada, impedindo que a articulação possa se mover com facilidade. Produz-se uma alteração da articulação pela deterioração de todos os seus componentes, quer dizer, o osso, a cápsula articular (tecidos que envolvem algumas articulações), a membrana sinovial (tecido que reveste a articulação), os tendões e a cartilagem.

Existem duas classificações da artrose; primária (idiopática), quando a causa é desconhecida, e secundária, quando a causa é outra doença, como a de Paget, uma infecção, uma deformidade, uma ferida ou o uso excessivo da articulação. São especialmente vulneráveis os indivíduos que forçam as suas articulações de forma reiterada, como os operários de uma fundição ou de uma mina de carvão e os condutores de veículos pesados. Contudo, os corredores profissionais de maratona não têm um maior risco de desenvolvimento desta perturbação. Embora não exista uma evidência conclusiva a esse respeito, é possível que a obesidade (peso excessivo) seja um fator importante no desenvolvimento da artrose.

Sintomas:
Ao chegar aos 40 anos de idade, muitas pessoas manifestam sinais de artrose nas radiografias, especialmente nas articulações que sustentam o peso (como o quadril), mas relativamente poucas apresentam sintomas.

Em geral, os sintomas desenvolvem-se gradualmente e afetam inicialmente uma ou várias articulações (as dos dedos, a base dos polegares, o pescoço, a zona lombar, o dedo grande do pé (hálux), o quadril e os joelhos). A dor é o primeiro sintoma, que aumenta em geral com a prática de exercício. Em alguns casos, a articulação pode estar rígida depois de dormir ou de qualquer outra forma de inatividade; contudo, a rigidez costuma desaparecer 30 minutos depois de se iniciar o movimento da articulação.

A articulação pode perder a mobilidade e inclusive ficar completamente rígida numa posição incorreta à medida que piora a lesão provocada pela artrose. O novo crescimento da cartilagem, do osso e outros tecidos pode aumentar o tamanho das articulações. A cartilagem áspera faz com que as articulações ranjam ou crepitem ao mover-se. As protuberâncias ósseas desenvolvem-se com frequência nas articulações das pontas dos dedos (nódulos de Heberden).

Em algumas articulações (como o joelho) os ligamentos que rodeiam e sustentam a articulação distendem-se de tal maneira que esta se torna instável. Tocar ou mover a articulação pode ser muito doloroso. Em contraste, o quadril se torna rígido, perde o seu raio de ação e provoca dor ao mover-se. A artrose afeta com frequência a coluna vertebral. A dor de costas é o sintoma mais freqüente. As articulações lesadas da coluna costumam causar apenas dores leves e rigidez.

Contudo, se o crescimento ósseo comprime os nervos, a artrose do pescoço ou da zona lombar pode causar entorpecimento, sensações estranhas, dor e fraqueza num braço ou numa perna. Em raras ocasiões, a compressão dos vasos sanguíneos que chegam à parte posterior do cérebro. Origina-se então problemas de visão, sensação de enjôo (vertigem), náuseas e vômitos. Por vezes o crescimento do osso comprime o esôfago, dificultando a deglutição.

A artrose segue um desenvolvimento lento na maioria dos casos depois do aparecimento dos sintomas. Muitas pessoas apresentam alguma forma de incapacidade, mas, em certas ocasiões, a degeneração articular detém-se.

Tratamento:
Tanto os exercícios de alongamento como os de fortalecimento e de postura são adequados para manter as cartilagens em bom estado, aumentar a mobilidade de uma articulação e reforçar os músculos circundantes de maneira que possam amortecer melhor os impactos. O exercício deve ser compensado com o repouso das articulações dolorosas; contudo, a imobilização de uma articulação tende mais a agravar a artrose do que a melhorá-la. Os sintomas pioram com o uso de cadeiras, colchões e assentos de automóvel demasiado moles.

Recomenda-se o uso de cadeiras com costas retas, colchões duros ou estrados de madeira por baixo do colchão. Os exercícios específicos para a artrose da coluna vertebral podem ser úteis; contudo, são necessários suportes ortopédicos para as costas em caso de problemas graves. É importante manter as atividades diárias habituais, desempenhar um papel ativo e independente dentro da família e continuar a trabalhar.

O tratamento com massagem local relaxante pode ser recomendado. Para aliviar a dor dos dedos é recomendável, por exemplo, aquecer cera de parafina misturada com óleo mineral a uma temperatura de 48°C a 51°C, para depois molhar os dedos, ou tomar banhos mornos ou quentes. As talas ou suportes podem proteger articulações específicas durante atividades que gerem dor. Quando a artrose afeta o pescoço, podem ser úteis as massagens realizadas por terapeutas profissionais, a tração e a aplicação de calor intenso também pode ser utilizado .

A cirurgia pode ser útil quando a dor persiste apesar dos outros tratamentos. Algumas articulações, sobretudo o quadril e o joelho, podem ser substituídas por uma artificial (prótese) que, em geral, dá bons resultados: melhora a mobilidade e o funcionamento na maioria dos casos e diminui a dor de forma notória. Portanto, quando o movimento se vê limitado, pode considerar-se a possibilidade de uma prótese da articulação.

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Matéria saúde Osteoartrite Jornal Diário Rio Mafra 19-08-09

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dores musculares depois do final de semana


O Profissional Massoterapeuta e Quiropraxista Rodrigo Muzulão Nora pesquisou sobre a teoria da dor e apresenta na matéria desta semana um artigo científico relacionado às dores musculares.

Depois de algum tempo sem praticar exercícios e ao voltar a praticá-los, ou quando começamos uma nova rotina de exercícios em academia ou um futebol em uma chácara entre veteranos com os amigos em final de semana, a maioria de nós apresenta dor nos músculos e rigidez nas articulações.

Atividades físicas incomuns ou atividades que não estamos acostumados causam dor surda no músculo, mas o que seria esta dor? A dor é um mecanismo de proteção ativado diante de ocorrência, ou após o aparecimento, de lesões, fazendo com que o indivíduo reaja para remover o estímulo álgico (de dor).

Uma dor temporária (dor aguda) pode persistir por várias horas imediatamente após um exercício extraordinário, enquanto uma dor residual (dor crônica), ou dor muscular de início tardio (DMIT), pode aparecer a seguir e durar por 2 a 4 dias.

Os receptores da dor são terminações nervosas livres suscetíveis a estímulos mecânicos, térmicos e químicos.

A causa exata da dor muscular é desconhecida, porém o grau de desconforto depende em grande parte da intensidade e duração do esforço e do tipo de exercício realizado. Não é a força muscular absoluta propriamente dita, mas sim a magnitude da sobrecarga ativa imposta a uma fibra muscular que desencadeia o dano muscular e a dor resultante (MCARDLE, 1998).

Possíveis causas da dor:

Segundo (FOSS, 2000), foram levantadas três teorias diferentes:

- Teoria da Ruptura (laceração) Tecidual: Essa teoria propõe que o dano tecidual, como ruptura (lacerações minúsculas) de fibras musculares, ou dano de seus componentes contráteis, pode explicar a mialgia (dor muscular);

- Teoria do Espasmo: Nesta teoria, são sugeridos três estágios de ação: (1) O exercício produz isquemia dentro dos músculos ativos; (2) a isquemia resulta acúmulo de uma "substância dolorosa" desconhecida que estimula as terminações nervosas do músculo responsáveis pela percepção da dor; e (3) a dor desencadeia um espasmo muscular reflexo que causa mais isquemia, e o ciclo todo se repete;

- Teoria do Tecido Conjuntivo: Essa teoria sugere que os tecidos conjuntivos, incluindo os tendões, são lesados durante a contração, causando assim dor muscular. Convém lembrar que, durante as contrações excêntricas, o músculo alonga-se sob tensão, distendendo assim os elementos do tecido conjuntivo associado tanto aos tendões quanto às fibras musculares;


Dor durante os exercícios (Dor Aguda):
Este tipo de dor muscular aguda que, como o nome indica, ocorre durante e imediatamente após o período de exercício, é considerado como associado à falta de um fluxo sanguíneo suficiente (isquemia) para os músculos ativos.

Segundo (FOSS, 2000), com base em estudos, chegou-se às seguintes conclusões acerca da dor muscular aguda:

- A dor muscular durante as contrações ocorre quando a tensão gerada é suficientemente intensa para gerar oclusão do fluxo sanguíneo para os músculos ativos (isquemia). Por causa da isquemia, os produtos da atividade metabólica, tipo ácido lático e potássio, não podem ser removidos e, dessa forma, acumulam-se até o ponto de estimularem os receptores dolorosos localizados nos músculos.

- A dor persiste até que seja reduzida a intensidade da contração ou que esta cesse totalmente - restaurando o fluxo sanguíneo e fazendo com que os produtos metabólicos de desgaste possam ser removidos com massagem terapêutica seguida de drenagem linfática manual realizada por profissional da massoterapia.

A queimação percebida durante a execução do exercício, principalmente com repetições elevadas, é relacionada à falta de oxigênio e consequente queda de pH, pois o acúmulo de íons de hidrogênio provoca acidose e estimula os receptores de dor, os quais sinalizam para a interrupção do exercício antes que ocorram lesões no tecido muscular. Mas este mecanismo é transitório e não responde pela dor muscular tardia, pois a acidose é rapidamente revertida por um sistema de tamponamento que trabalha para manter o pH dentro dos limites fisiológicos.

A dor aguda, embora possa importunar, não constitui um grande problema, pois é de curta duração e desaparece quando se suspende o exercício. O problema mais sério é a dor muscular de início tardio (DMIT), que é a dor que ocorre num período de 24 a 48 horas após o término das sessões de exercícios, podendo ser estender por ainda mais tempo.


Dor muscular tardia (Dor Crônica):

As experiências destinadas a induzir a dor muscular tardia constataram que o grau de DMIT (dor muscular de início tardio) está relacionado ao tipo de contração muscular realizada.

Diversos fatores envolvidos no processo inflamatório estimulam os receptores de dor, provocando o incômodo verificado em decorrência das lesões, o que ainda poderá ser visto nos dias seguintes a uma sessão de treinamento intensa. Deste modo vemos que a dor pode ser iniciada pela lesão, mas sua causa são os mecanismos inflamatórios; desta forma não há relação temporal entre a sensação de dor e os danos teciduais (CLARKSON et al., 1992).

A dica do profissional Rodrigo Diante uma lesão tecidual, quando se inicia o “inchaço” processo inflamatório caracterizado pela vasodilatação local com aumento do fluxo sanguíneo na região, e aumento da permeabilidade capilar com vazamento de líquido para o espaço intersticial nesta primeira meia hora é importante aplicar gelo envolto em um pano de prato pra não queimar o tecido epitelial e agende uma avaliação profissional para tratamento.

Ligue agora e agende seu horário com Rodrigo Muzulão Nora seu terapeuta corporal atendendo atletas de toda região do Planalto norte de Santa Catarina, venha conhecer o atendimento e cuidar da sua saúde física. Agende sua avaliação agora nos fones: 47-3624.1349 ou 8424.3226

Dores de crescimento nas crianças


Diversos profissionais entre eles: Pediatras, Ortopedistas, Reumatologistas, Massoterapeutas, Quiropraxistas que lidam com problemas ósteo-músculo-ligamentares observam grande número de crianças entre 3 e 15 anos que se queixam de dores nos membros inferiores, geralmente não articulares, porém de intensidade capaz de impedir o sono e fazê-las chorar.

Essas dores foram denominadas em 1823 por Duchamps como "dores do crescimento" por se apresentarem durante o processo biológico do crescimento sem afetá-lo.

Essa denominação é reconhecida por vários autores como errônea; pois todos concordam que o processo de crescimento deve ser indolor, pois senão, todas as crianças deveriam sentir dor. O local de maior crescimento é a extremidade dos ossos e consequentemente esse local deveria doer mais e teoricamente, as crianças que tivessem mais dor deveriam crescer mais, o que não ocorre de fato.

Assim, as dores do crescimento foram mais corretamente denominadas "dores recorrentes dos membros inferiores" ou ainda "dores benignas da infância". As novas formas de chamar as dores do crescimento caíram no esquecimento e atualmente a utilização do termo "dores do crescimento" é universal. Acredita-se pelo fato de conferir além do aspecto fisiológico do crescimento, não significando doença, também o fato de se auto-limitarem, ou seja, desaparecem com o término do crescimento da criança.

A causa das "dores do crescimento" é desconhecida, e a hipótese aventada por Herrault de que o crescimento ósseo produziria aumento da irrigação sanguínea local e daí a dor resultante de irritação simpática parece pouco plausível. Brenning admite uma ineficiente eliminação de produtos resultantes do metabolismo muscular que não foi possível comprovar.

Fatores psicogênicos e alterações da coluna vertebral também já foram implicadas como causa das dores do crescimento. Entretanto, sua causa permanece obscura.

No que diz respeito aos sintomas, a principal queixa é uma dor incaracterística nos membros inferiores. Essas dores são difusas, geralmente fora das articulações, nas coxas, panturrilhas, região anterior das tíbias, atrás dos joelhos.

Um autor verificou que essa dor é predominantemente muscular em 85% dos casos e que o clima úmido influía no aparecimento das dores do crescimento.

As dores podem ocorrer no período diurno e, num estudo recente, entrevistou 2165 escolares entre 5 e 15 anos e detectou que em 60% as dores ocorriam a qualquer hora do dia enquanto que nos restantes as dores se iniciavam após as 5 horas da tarde.

Um terço das crianças obtêm alívio com o uso de bolsas de água quente e/ou massagens locais.

A história familiar de dores nos membros é comum nessas crianças que apresentam dores do crescimento e outro estudioso relata que distúrbios emocionais leves (irritabilidade, medo do escuro, pesadelos, tiques nervosos), tinham incidência mais elevada nessas crianças.

É importante frizar que as avaliações clínico-laboratoriais e por imagem são normais. As dores unilaterais ou que ocorrem em local definido devem ser investigadas para afastar outras patologias orgânicas.

O diagnóstico de dores do crescimento deve ser de exclusão final, quando todas as outras causas orgânicas aventadas para o caso forem excluídas.

Várias doenças reumatológicas, hematológicas, até mesmo endocrinológicas podem cursar com dores nos membros, contudo as avaliações clínicas, laboratoriais e radiológicas demonstraram alterações que não estão presentes nas dores do crescimento.

As dores do crescimento não impedem as atividades diárias normais e não apresentam sinais flogísticos ou fraqueza muscular ou atrofias associadas.

Como não existe etiologia definida, o tratamento é sintomático e tem sido sugerida massagem local para os casos que não respondem ao uso de calor local. Não se recomenda limitação de atividades físicas ou esportivas, pois as dores do crescimento acometem crianças sadias.

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Cotovelo de Tenista ou Epicondilite Lateral


O cotovelo de tenista, ou epicondilite lateral, é uma inflamação dos tendões que causa dor no ombro e braço. Os tendões envolvidos são responsáveis por ligar os músculos que estendem o punho e mão. Cotovelo de tenista produz dor na parte de fora do braço, diferente de outra condição similar conhecida como cotovelo de golfista, a qual afeta os tendões da parte de dentro do cotovelo. Apesar do nome “cotovelo de tenista”, pessoas com epicondilite lateral podem apresentar sintomas sem nunca ter pisado em uma quadra de tênis. Cotovelo de tenista é a principal causa de consultas médicas para dor no cotovelo, e acontece mais comumente no braço dominante. Embora cotovelo de tenista possa ocorrer em qualquer idade, é mais comum em pessoas de 30 a 50 anos, afetando igualmente homens e mulheres.

Causas do cotovelo de tenista ou epicondilite lateral:

O cotovelo de tenista é considerado uma condição crônica porque ocorre com o tempo. Movimentos repetitivos, com usar uma chave de parafuso ou balançar a raquete, podem colocar estresse sobre músculos e tendões. O movimento constante repetitivo pode decorrer de atividade esportiva, mas também pode afetar pessoas com trabalho ou hobbies que requerem um movimento recorrente.

A gama de atividades que envolvem movimentos repetitivos inclui:

* Esportes: tênis, raquetebol, esgrima, golfe;
* Trabalhos e hobbies: digitar, usar o mouse do computador, tricô, jardinagem, usar tesoura, tocar instrumento musical;
* Ocupações manuais: pintor, marceneiro, encanador, pedreiro, usar chave de parafuso ou martelo.

Sintomas do cotovelo de tenista ou epicondilite lateral:

O cotovelo de tenista produz dor e sensibilidade no epicôndilo lateral, à saliência óssea na parte de fora do cotovelo. O epicôndilo lateral é onde os tendões inflamados conectam ao osso. Na maioria dos casos, a dor começa moderada e gradualmente piora no curso de semanas ou meses. Embora o dano seja no cotovelo, pode haver irradiação ou dor de queimação no braço, antebraço e parte de fora do cotovelo. A dor também pode ocorrer ao fazer coisas com as mãos.

O cotovelo de tenista pode causar mais dor ao:

* Erguer um objeto;
* Apertar um objeto ou fechar a mão;
* Dar aperto de mão ou abrir uma porta;
* Pressionar a parte de fora do cotovelo.

Diagnóstico:
O Médico ou o Massoterapeuta para diagnosticar apropriadamente o cotovelo de tenista fará um exame minucioso. Flexionar o braço, punho ou cotovelo do paciente para ver se dói, e pode pressionar o epicôndilo lateral para reproduzir os sintomas. Em casos mais graves, também pode ser necessário Raio-X ou ressonância magnética para detectar o cotovelo de tenistas ou eliminar outros problemas.
Tratamento do cotovelo de tenista

O cotovelo de tenista geralmente cura com massagem e repouso descansando o tendão lesionado ou trocar a atividade que provocou a lesão. Se a dor aumentar, ou a lesão continuar e for deixada sem tratamento, pode ocorrer perda de função, então é importante procurar ajuda médica.

Os tipos de tratamento incluem:
* Reduzir a inflamação e dor: descanso, gelo, elevação e compressão; antiinflamatórios não esteróides; analgésicos para temporariamente aliviar a dor.
* Reabilitação: realizar uma gama de exercícios de movimento para diminuir a rigidez e elevar a flexibilidade; fisioterapia para fortalecer os músculos.
* Ortopédicos para restringir o movimento do tendão e o proteger de mais estresse.
* Modificação das atividades: melhorar a postura e técnica; alterar as mãos durante atividades.

O tratamento sem cirurgia tem sucesso em torno de 90% dos pacientes com cotovelo de tenista, mas em casos mais graves com sintomas permanecendo por 4-6 meses, pode ser necessária cirurgia. O procedimento cirúrgico consiste em remover a seção danificada do tendão e reparar a seção remanescente. Cirurgia só é necessária em uma pequena parte dos pacientes com cotovelo de tenista, e a taxa de sucesso é bastante alta.
Prevenção do cotovelo de tenista:

A melhor forma de prevenção do cotovelo de tenista é evitar o desgaste por forçar demasiadamente. Se ocorrer dor durante a atividade, deve-se parar e descansar o cotovelo. Se os sintomas aparecerem durante atividade no trabalho, pausas frequentes devem ser tomadas. Procure seu Massoterapeuta e inicie atividades de alongamento.

O cotovelo de tenista pode se desenvolver ao usar equipamento inapropriado, como raquete muito pesada. Postura e técnica ruins também podem ocasionar cotovelo de tenista.

Para prevenção do cotovelo de tenista é importante:
* Fazer alongamento e aquecimento antes de usar as extremidades superiores;
* Colocar gelo no cotovelo após a atividade;
* Alternar as mãos durante atividades;
* Fortalecer os músculos dos braços, antebraços, punhos e costas;
* Corrigir a técnica.

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O que são tendinite e bursite?



Tendinite e bursite são condições comuns que envolvem a inflamação do tecido macio ao redor dos músculos e ossos, mais frequentemente no ombro, cotovelo, punho, quadril, joelho e tornozelo. A bursa é um pequeno saco cheio de fluido que atua como amortecedor entre um osso e outras partes que movem: músculos, tendões ou pele. A bursite ocorre quando a bursa fica inflamada (vermelhidão e aumento de fluido na bursa). O tendão é uma faixa de tecido fibroso que conecta os músculos aos ossos. Tendões transmitem a tração do músculo ao osso para ocasionar movimento, e podem ser pequenos, como os nas mãos, ou grandes, como o tendão de Aquiles no calcanhar. Tendinite é a inflamação de um tendão.

Causas da tendinite e bursite:

A bursite é mais comumente causada pela trama direta de uma articulação. A tendinite é mais frequentemente resultado de lesão por esforço repetitivo na área afetada. Essas lesões ocorrem em pessoas mais idade, uma vez que os tendões ficam menos flexíveis e desta forma mais susceptíveis à lesão. Carpinteiros, músicos, jardineiros e atletas, os quais fazem atividades que requerem movimento repetitivo e colocam estresse sobre as articulações, são os que sofrem maior risco de tendinite e bursite. Infecções, artrite, gota, doença da tiróide e diabetes também podem causar inflamação na bursa ou no tendão.

Tendinite no tendão de Aquiles:
Lesões no tendão de Aquiles envolvem irritação, estiramento ou rasgo do tendão que conecta o músculo da panturrilha com a parte de trás do calcanhar. Tendinite no tendão de Aquiles é uma lesão comum de superuso, mas também pode ser causada por músculo da panturrilha rígido ou fraco, ou qualquer condição que faça com que o tendão fique menos flexível e mais rígido, como artrite reativa ou envelhecimento normal.

Tendinite no tendão de Aquiles pode acontecer a qualquer pessoa que participa regularmente de uma atividade que cause a contração da panturrilha, como subir escadas, mas é mais comum em atletas de fim de semana de meia idade. Entre atletas profissionais, a maioria dos casos de tendinite no tendão de Aquiles parece ocorrer em esportes de rápida aceleração ou saltos, como futebol, tênis e basquete. Tendinite no tendão de Aquiles pode ser uma condição crônica.

A tendinite é o fator mais comum para contribuir no rompimento do tendão de Aquiles. Quando o tendão está enfraquecido pela idade ou superuso, um trauma pode fazer com ele se rompa. Essas lesões podem ser súbitas e agonizantes.

Diagnóstico da tendinite e bursite:

O diagnóstico da tendinite e bursite começa com a anamnese (ficha de paciente) e exame físico. O paciente descreverá a dor e circunstâncias nas quais ela acontece. A localização da dor, quando ela começa, se sua severidade varia durante o dia, e os fatores que a aliviam ou agravam são importantes para o diagnóstico. Médicos e Massoterapeutas usam testes manuais para determinar qual tendão está envolvido. O Raio-X não mostra tendões ou bursas, mas pode ser útil para eliminar problemas ósseos e artrite. No caso de tendão lacerado, o Raio-X pode ajudar a identificar qual tendão foi afetado. O médico também pode usar ressonância magnética para confirmar rompimento total ou parcial. Teste com injeção anestésica é outra forma de diagnosticar tendinite. Para eliminar a suspeita de infecção o médico pode remover e testar o fluido da área inflamada.

Tratamento da tendinite e bursite:

O tratamento da tendinite e bursite com Massagem local visa sarar a lesão na bursa ou tendão lesionado. O primeiro passo do tratamento, tanto da tendinite quanto da bursite, é reduzir a dor e inflamação com descanso, descompressão e antiinflamatórios. Gelo também pode ser usado em lesões agudas. Quando o gelo é necessário, uma bolsa de gelo pode ser aplicada na área afetada por 15-20 minutos a cada 4-6 horas por 3-5 dias. Uso mais prolongado de gelo e programa de alongamento pode ser recomendado por um médico.

Atividade envolvendo a articulação afetada também deve ser restringida para encorajar a recuperação e prevenir mais lesões.

Alongamento suave e exercícios de fortalecimento são adicionados gradualmente. Massagem do tecido mole também pode ajudar a soltar o tendão.

Se a bursite for causada por uma infecção, o médico pode receitar antibiótico.
Se o tendão for rompido completamente, cirurgia pode ser necessária para reparar o dano.

Prevenção da tendinite e bursite:

Para prevenir a inflamação e reduzir sua gravidade e recorrência recomenda-se:

Começar novos exercícios físicos lentamente. Aumentar gradualmente a demanda física depois de várias sessões de exercícios bem tolerados;
Realizar aquecimento e alongamento antes de atividades físicas;
Fortalecer a musculatura ao redor da articulação;
Fazer paradas frequentes ao realizar atividades repetitivas;
Praticar boa postura corporal ao realizar atividades diárias.

A Clínica Shiatsu Nora Massoterapia Quiropraxia e Estética tem tratamento para prevenir a tendinite e tratar inflamações nas bursas. Ligue no 3624-1349 e agende seu horário com o Massoterapeuta e Quiropraxista Rodrigo Muzulão Nora.

Neuropatia Periférica

Neuropatia Periférica
A neuropatia periférica (lesão de um nervo periférico) é uma disfunção dos nervos periféricos. A neuropatia periférica pode alterar a sensibilidade, a atividade muscular ou a função dos órgãos internos. Os sintomas podem ocorrer isoladamente ou em combinação. Por exemplo, os músculos inervados por um nervo lesado podem enfraquecer e atrofiar. Pode ocorrer dor, dormência, formigamento, edema e hiperemia (rubor) em várias partes do corpo. Os efeitos podem ocorrer após uma lesão de um único nervo (mononeuropatia), de dois ou mais nervos (mononeuropatia múltipla) ou de muitos nervos por todo o corpo simultaneamente (polineuropatia).
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Mononeuropatia
Uma mononeuropatia ocorre quando um único nervo periférico é lesado. O traumatismo é a causa mais comum de uma mononeuropatia. Frequentemente, a lesão é causada pela pressão prolongada sobre um nervo superficial em locais onde existem proeminências ósseas como o cotovelo, o ombro, o punho ou o joelho. A compressão durante o sono profundo pode ser suficientemente prolongada para lesar um nervo – especialmente nos indivíduos que se encontram anestesiados ou bêbados, nos indivíduos idosos confinados ao leito e naqueles que são incapazes de se mover ou de virar devido à paralisia. Um aparelho gessado mal feito, o uso inadequado de muletas e períodos prolongados em posições forçadas (ex., durante a prática da jardinagem ou durante um jogo de cartas em que os cotovelos repousam sobre a mesa) são causas comuns de compressão.
Os nervos também podem ser lesados durante atividades muito intensas, em um acidente, pela exposição prolongada ao frio ou ao calor ou pela radioterapia utilizada no tratamento do câncer. As infecções podem causar uma mononeuropatia quando acarretam a destruição de um nervo. Em alguns países, a hanseníase (lepra) é às vezes uma causa de neuropatia. Certos nervos periféricos são lesados mais frequentemente que outros por causa de sua localização mais vulnerável. Isto é verdadeiro para o nervo mediano no punho (cujo comprometimento resulta na síndrome do túnel do carpo), para o nervo ulnar no cotovelo, para o nervo radial no braço e para o nervo fibular na panturrilha.
Síndrome do túnel do carpo: A síndrome do túnel do carpo é decorrente da compressão do nervo mediano, que passa pelo punho e inerva a face palmar da mão. Essa compressão produz sensações estranhas: dormência, formigamento e dor nos três primeiros dedos da face palmar da mão. Ocasionalmente, ela também causa dor e parestesia (uma sensação de queimação ou formigamento) no braço e no ombro. A dor pode ser mais intensa durante o sono por causa do posicionamento da mão. Ao longo do tempo, os músculos da face palmar podem enfraquecer e atrofiar. A síndrome do túnel do carpo é comum – especialmente em mulheres – e pode afetar uma ou ambas as mãos. Os indivíduos cuja atividade exige movimentos vigorosos e repetidos com o punho estendido (ex., uso de uma chave de fenda).
O uso prolongado de teclados de computador também tem sido considerado causador da síndrome do túnel do carpo. As gestantes e os indivíduos diabéticos ou com hipoatividade da tireóide apresentam maior risco de apresentar essa síndrome. O melhor tratamento para essa síndrome é a interrupção de todas as atividades que exijam uma hiperextensão do punho ou que exerçam uma maior pressão sobre o nervo mediano. As talas imobilizadoras de punho e medidas específicas (ex., ajuste do ângulo do teclado do computador) podem ser úteis. Ocasionalmente, as injeções de corticosteróides no nervo provêem um alívio temporário. Se a dor for muito intensa ou se ocorrer fraqueza ou atrofia muscular, a cirurgia será a melhor maneira para eliminar a pressão sobre o nervo. Esse procedimento consiste na liberação das faixas de tecido fibroso que estão comprimindo o nervo mediano. Antes da cirurgia, o médico pode realizar exames da velocidade da condução nervosa para confirmar que se trata realmente da síndrome do túnel do carpo.
Paralisia do nervo ulnar: O nervo ulnar passa próximo da superfície cutânea no cotovelo e é facilmente lesado quando é adotada uma posição repetida de apoio sobre os cotovelos ou, algumas vezes, quando ocorre um crescimento ósseo anormal nessa área. O resultado é uma paralisia do nervo ulnar, sensações estranhas e fraqueza da mão. A paralisia crônica e grave do nervo ulnar pode acarretar atrofia muscular e uma deformidade da mão (mão em garra). Estudos da condução nervosa podem ajudar a localizar o nervo lesado. Como a intervenção cirúrgica frequentemente não produz bons resultados, o distúrbio normalmente é tratado com Massagens na Massoterapia e evitando-se a pressão sobre o cotovelo. Paralisia do nervo radial: A compressão prolongada do nervo radial, localizado ao longo da face inferior do úmero (osso do braço), pode acarretar a sua paralisia. Algumas vezes, o distúrbio é denominado “paralisia da noite de sábado”, pois ele é comum em indivíduos que bebem excessivamente e, em seguida, dormem profundamente com o membro superior pendente sobre o encosto da cadeira ou sob a cabeça. A lesão nervosa produz fraqueza do punho e dos dedos da mão e, por essa razão, o punho pode permanecer em uma posição pendente e flexionada e com os dedos também flexionados (punho caído). Ocasionalmente, o dorso da mão pode perder a sensibilidade. Normalmente, a paralisia do nervo radial melhora assim que a pressão é aliviada.

Paralisia do nervo fibular: A compressão do nervo fibular, o qual apresenta um trajeto próximo à superfície cutânea das pregas suaves da porção superior da panturrilha, na face posterior do joelho, pode acarretar a sua paralisia. Esse distúrbio produz fraqueza dos músculos que elevam o pé, causando o defeito conhecido como pé caído (pé em gota). É mais comum em indivíduos magros ou que se encontram confinados ao leito, naqueles que utilizam cadeiras de rodas mal ajustadas ou naqueles que habitualmente mantêm as pernas cruzadas durante períodos prolongados. Massagens terapêuticas podem aliviar a dor.
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